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Olimpíada: João Victor Oliva é convocado no hipismo adestramento

Por Guto Dutra
25 de junho de 2021
Hipismo olímpico

Foto: Pedro Ramos / rede de esporte

O cavaleiro João Victor Oliva será o representante do Brasil nas disputas do hipismo adestramento na Olimpíada de Tóquio (Japão). Será a segunda participação olímpica do paulistano, que montará o cavalo Escorial Horsecampline. Nos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro, o filho da campeã mundial de basquete Hortência teve Xamã dos Pinhais como parceiro equino e ficou na 46ª posição.

Conforme os protocolos sanitários em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19), o conjunto inicia a quarentena que antecede a ida ao Japão no próximo dia 6 de julho, na cidade de Aachen (Alemanha). A viagem a Tóquio está prevista para o dia 14.

Conterrâneo de João Victor, Pedro Tavares de Almeida teve dois conjuntos indicados pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) para suplência, com os cavalos Famous do Vouga (primeiro reserva) e Xaparro do Vouga (segundo). Este último foi a montaria do cavaleiro na Rio 2016, onde ficou na 53ª colocação. Ele também ficará concentrado em Aachen.

A medalha de bronze por equipes no Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), em 2019, habilitou o Brasil a disputar o torneio de seleções no hipismo adestramento. Para isso, porém, ao menos três conjuntos do país teriam de atingir, até o fim daquele ano, resultados superiores a 66% em torneios de nível Grand Prix (grande prêmio), tanto na nota média final do evento, como junto a um juiz FEI5, a licença mais alta da Federação Internacional de Esportes Equestres (FEI, na sigla em inglês).

Doze conjuntos brasileiros buscaram o índice olímpico, sem sucesso. Com isso, o Brasil só pôde levar um atleta para os Jogos no adestramento. De lá para cá, três conjuntos atingiram as exigências da FEI, sendo que a parceria entre João Victor e Escorial obteve o melhor desempenho, com média de 70,565%. Pedro alcançou média de 68,598% montando Famous do Vouga e 66,108% com Xaparro do Vouga.

Segundo a CBH, a meta para Tóquio é superar a marca da Rio 2016, quando João Victor e Xamã dos Pinhais alcançaram 68,071% de média. Outro objetivo é ir além da 33ª posição, melhor resultado de um brasileiro na disputa individual, alcançado por Sylvio Marcondes de Rezende nos Jogos de Munique (Alemanha), em 1972, montando o cavalo Othelo.

Edição: Fábio Lisboa

Texto extraído do site agência Brasil.

Saiba mais sobre as olimpíadas de Tóquio 2020.

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