Apresentado nesta sexta-feira, 28 novembro, pela Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Saúde, o 4º Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (Lira) de 2025 apontou em Maringá índice de infestação predial (IIP) de 2,6%, classificado pelo Ministério da Saúde como risco médio. O levantamento foi realizado entre os dias 3 a 8 de novembro em diferentes regiões da cidade.
Neste ano, até 8 de novembro, Maringá registrou 14.332 casos notificados e 4.420 casos prováveis de dengue, conforme informações de PMM. A redução foi de mais de 80% em comparação com o ano passado.
“Tivemos uma expressiva redução no número de casos, o que é resultado de um trabalho árduo dos nossos agentes no dia a dia, orientando e cuidando da população. Nosso trabalho é para que no próximo ano os casos sejam ainda mais reduzidos. Por isso temos constantes campanhas, a exemplo agora do Natal sem Dengue”, explicou o secretário da Saúde, Antônio Carlos Nardi. “Não deixem pratinhos sob os vasos de plantas, mantenham o quintal limpo e eliminem criadouros. Vamos seguir com os cuidados para eliminação da dengue”, acrescentou.
“Outros países também estão enfrentando problemas com a dengue. Nós, que trabalhamos com esse tema há três décadas, sabemos que é um desafio difícil, mas podemos ensinar com a nossa experiência e contribuir. O que fazemos em Maringá é exemplo para o mundo sobre o combate a essa doença”, destacou o prefeito Silvio Barros.
O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, participou do evento e destacou que “é preciso trabalhar de forma comunitária. Um assunto que deve ser discutido na associação de moradores, na escola dos filhos, na igreja, na casa das pessoas. Agora, temos um momento de muita esperança que é a vacina contra dengue. Com isso, teremos a possibilidade de diminuir efetivamente as pessoas doentes. O trabalho que Maringá vem fazendo é exemplar”, pontuou.
Campanha ‘Natal Sem Dengue’
Durante o evento no auditório Dona Etelvina, na Unicesumar, também ocorreu o lançamento da campanha “Natal Sem Dengue”, com o objetivo de reforçar a importância da colaboração dos moradores na eliminação de criadouros.
A campanha inclui a aplicações de inseticida em locais estratégicos, com grande circulação de pessoas, além de ações educativas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e espaços públicos e as vistorias nas residências, principalmente nas áreas com maior índice de infestação.


