Puxado pelo setor de serviços, tal como em 2024, o ano de 2025 terminou com saldo positivo para Maringá na geração de empregos com carteira assinada. É o que revelam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira, 29 janeiro, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Em consulta da reportagem, o Caged revela que a Cidade Canção gerou 2.763 postos de trabalho de janeiro a dezembro de 2025. Esse número é resultado de 108.141 contratações e 105.378 demissões. Ou seja, variação de 1,66%; e estoque mensal de 168.796.
Entre os setores pesquisados, destaque para serviços, que gerou sozinho 1.612 empregos formais ao longo do ano passado. Em seguida, vem a indústria, com saldo de +568. Fechando os números, comércio (+433) e construção (+237). Somente a agropecuária ficou no vermelho, com desempenho de -87.
Em todo o Paraná, foram 80.665 novas vagas com carteira assinada criadas no ano passado, o que equivale a 43,3% de todos empregos formais abertos no último ano no Sul.
Apenas estados mais populosos tiveram saldos de vagas mais altos do que o Paraná. São Paulo atingiu saldo de 311.228 postos, Rio de Janeiro abriu 100.920 vagas e a Bahia 94.380. Na região Sul, foram 186.126 novas vagas, com saldo de 59.184 novos empregos em Santa Catarina e 46.277 no Rio Grande Sul. O Brasil terminou o ano com saldo de 1.279.498 postos de trabalho.
O saldo positivo do Paraná é resultado da diferença entre as 2.037.949 admissões e 1.957.284 desligamentos feitos no período. Com o resultado positivo, o Paraná terminou 2025 com um estoque de 3.299.272 pessoas trabalhando com carteira assinada.
No Estado, todos os setores da economia tiveram saldo positivo nas contratações no ano passado, com destaque para o de Serviços, que respondeu por quase 60% de todas as vagas criadas em 2025. Foram 48.278 novos postos no setor, alavancados principalmente no segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, que atingiu saldo de 21.865 no ano.
Na sequência, está o Comércio, que abriu 14.401 novas vagas no ano, seguido de perto pela Indústria, que teve saldo de 13.831 postos formais. Os setores da construção e da Agropecuária também tiveram saldo positivo, com 2.150 e 1.985 vagas respectivamente.


