A música country americana perdeu nesta terça-feira, 25, uma de suas principais vozes, a cantora e compositora Dolly Parton, autora da balada romântica “I Will Always Love You”, posteriormente gravada por Whitney Houston para o filme “O Guarda-Costas”.
Dolly, que fez sucesso também no cinema, tinha 80 anos, e é considerada a artista que abriu as portas para gerações de cantores, compositores, instrumentistas e sonhadores de todos os campos da vida e de todos os continentes.
Dolly enfrentava problemas de saúde desde a morte do marido, Carl Dean, que morreu em março de 2025. Ela cancelou uma série de shows em maio deste ano. Em entrevista à revista “People”, publicada no dia 21, ela disse que “não prestou atenção [aos próprios problemas]” enquanto cuidava do marido.

“Mas ainda estou trabalhando e há muitas coisas que eu ainda quero conquistar”, acrescentou.
Conhecida pela voz marcante, pelas perucas loiras e por seus figurinos extravagantes, Dolly construiu um império no entretenimento a partir de suas origens humildes no estado americano do Tennessee.
Com mais de 3 mil músicas em seu catálogo, a artista se consolidou como um ícone da cultura pop e expandiu sua atuação para além da música country, transitando pelo pop, bluegrass e pela era disco.
Sua trajetória na música e no cinema se tornou parte do cânone da cultura americana. Ao longo de sua carreira, Dolly compôs sucessos atemporais que se tornaram clássicos, regravados por artistas do calibre de Beyoncé e Tina Turner. São dela músicas como “Jolene”, “9 to 5” e “Coat of Many Colors”.








