Em 12 meses, o Índice Ipardes de Preços Regional Alimentos e Bebidas (IPR – Alimentos e Bebidas) subiu 0,61% em Maringá. No ano de 2026, já bateu a marca de 2,43%; e, em agosto, queda de -0,42%.
No acumulado do ano no Estado, o IPR registra alta de 2,85%, e, em 12 meses o índice acelerou 1,21%, ante a variação de 1,04% acumulado até julho, sobressaindo-se as altas dos subgrupos tubérculos, raízes e legumes (16,66%) e hortaliças e verduras (9,61%). No outro extremo, registraram-se quedas acumuladas de 22,74% em carne suína, de 8,87% em ovos de galinha e de 7,15% em sal e condimentos.
No caso maringaense, conforme consulta da reportagem, o item com maior subida no acumulado de 12 meses é a cebola, com 105,33%. Seguida de cenoura (60,02%), repolho (48,11%), batata-inglesa (42,41%) e manga (38,12%). Do outro lado, a maior queda foi do pepino, -33,53%. Depois, vem o pernil (-32,30%), a laranja-pera (-28,46%), a abobrinha (-25,54%) e o lombo/paleta suína (-23,76%).
Regionalmente, o índice acumulado em 12 meses registrou alta nos seguintes municípios: Pato Branco (3,00%), Ponta Grossa (2,52%), Curitiba (2,04%), Foz do Iguaçu (1,25%), Cascavel (1,12%), Londrina (0,79%), Maringá (0,61%) e Guarapuava (0,37%); em Umuarama, ocorreu uma retração de 0,73%.
Sob essa métrica, o subgrupo carne bovina avançou em todos os municípios, liderado por Ponta Grossa (10,95%), Pato Branco (10,43%), Curitiba (9,75%), Guarapuava (7,41%), Cascavel (7,02%), Maringá (6,92%), Londrina (6,91%), Foz do Iguaçu (6,08%) e Umuarama (2,59%).
No outro extremo, a carne suína recuou em todas as praças, com destaque para Umuarama (-29,38%), Guarapuava (- 24,35%), Maringá (-24,24%), Ponta Grossa (-23,27%), Londrina (-22,26%), Foz do Iguaçu (-22,21%), Pato Branco (-20,83%), Cascavel (-19,21%) e Curitiba (-18,30%).
Entre os itens, a cebola aumentou 105,33% em Maringá, 100,78% em Londrina, 81,56% em Pato Branco, 75,15% em Cascavel, 74,61% em Ponta Grossa, 73,30% em Curitiba, 58,88% em Guarapuava, 58,14% em Foz do Iguaçu e 56,43% em Umuarama. Já a abobrinha, recuou 37,68% em Guarapuava, 32,26% em Pato Branco, 32,00% em Curitiba, 28,89% em Ponta Grossa, 26,52% em Londrina, 25,54% em Maringá, 25,34% em Foz do Iguaçu, 24,77% em Cascavel e 24,56% em Umuarama.
Agosto
Regionalmente, Guarapuava registrou a queda mais expressiva no IPR – Alimentos e Bebidas em agosto de 2026: -1,25%. Seguida por Cascavel (-0,78%), Londrina (-0,63%), Maringá (-0,42%), Ponta Grossa e Foz do Iguaçu (-0,34%) e Pato Branco (-0,33%). Curitiba (0,14%) e Umuarama (0,31%) foram os municípios com alta no mês.
O subgrupo tubérculos, raízes e legumes registrou queda de 14,22% em Londrina, de 12,56% em Guarapuava, de 12,14% em Ponta Grossa, de 10,19% em Maringá, de 9,80% em Umuarama, de 9,36% em Cascavel, de 8,38% em Foz do Iguaçu, de 7,94% em Pato Branco e de 7,41% em Curitiba.
Por outro lado, o subgrupo leite e derivados registrou aumento em Umuarama (2,27%), Pato Branco (1,47%), Curitiba (1,34%), Maringá (1,12%), Guarapuava (0,95%), Londrina (0,77%), Ponta Grossa (0,75%) e Cascavel (0,06%).
Na Cidade Canção, conforme a consulta da reportagem, o pepino teve a maior queda, -24,50%. Depois, vem a batata-inglesa (-24,01%), o repolho (-14,38%), a cebola (-13,24%) e a abobrinha (-12,34%). Do outro lado, os itens com maiores altas no período foram o mamão (16,85%), o tomate (10,15%), o whisky (9,37%), o coração de frango (7,94%) e a maçã (4,88%).
No Estado, o IPR – Alimentos e Bebidas registrou queda de 0,41% em agosto, puxada pelos recuos de 10,25% em tubérculos, raízes e legumes, 3,20% em carne suína e 2,62% em derivados de carne, que somados impactaram em -0,63 p.p. no resultado geral.
A melhora nas condições de produção e a consequente ampliação da oferta reduziram os preços de tubérculos, raízes e legumes. A ampliação da disponibilidade de suínos para o abate é o principal fator para a queda do preço da carne de porco.
Dentre os itens pesquisados, destacaram-se as quedas de 25,35% em batata-inglesa, 12,96% em pepino, 12,71% em cenoura, 12,62% em cebola, 11,15% em repolho e 6,37% em abobrinha. Por outro lado foram registrados aumentos de 6,70% em tomate, de 5,38% em mamão, de 4,55% em banana-caturra, de 3,98% em arroz parboilizado, de 3,36% em melão, de 3,12% em coração de frango e de 3,05% em arroz branco.
Ano
No acumulado do ano, o IPR registra alta de 2,85%, e, em 12 meses o índice acelerou 1,21%, ante a variação de 1,04% acumulado até julho, sobressaindo-se as altas dos subgrupos tubérculos, raízes e legumes (16,66%) e hortaliças e verduras (9,61%). No outro extremo, registraram-se quedas acumuladas de 22,74% em carne suína, de 8,87% em ovos de galinha e de 7,15% em sal e condimentos.








