O que a tecnologia não faz… Atualmente, novas ferramentas têm possibilitado a criação de versões digitais do visual e da voz de artistas já falecidos, como o ator Peter Cushing e o músico Freddie Mercury. Cushing, por exemplo, foi recriado por meio de computação gráfica. Num trabalho meticuloso, profissionais de pós-produção simplesmente “desenharam” cada movimento do ator do zero e o inseriram nas cenas gravadas. A recriação visual de um ator, a gravação de uma voz pré-existente e a composição de músicas inéditas só foram possíveis graças a uma técnica chamada aprendizado de máquina. Nela, um software estuda os trabalhos antigos de um artista e faz milhares de tentativas de imitá-los com a máxima perfeição. E parece que estão conseguindo!
Com o avanço da tecnologia artistas do cinema e do rock ressuscitam
Aprendizado de máquina

artistas do cinema e do rock ressuscitam
- Categories: Cultura
Related Content
MALBA vai às compras: o ‘repatriamento’ de luxo de US$ 45 milhões
Por
Alexandre Fernando da Silva
29 de dezembro de 2025
Tarsila no chão? O novo conceito de ‘instalação’ que ninguém pediu
Por
Alexandre Fernando da Silva
29 de dezembro de 2025
A Pérola Mágica – Professor André Miranda, fala sobre o espetáculo de 2025 do Ballet Municipal
Por
Pamela Maria
4 de dezembro de 2025
“Eu Sou… o Vazio?” — Como uma escultura invisível de €15 mil escancarou o truque mais antigo (e mais sofisticado) do mundo da arte
Por
Alexandre Fernando da Silva
14 de novembro de 2025
“Emaré – Terras de Areias Vermelhas”: espetáculo encerra a circulação com apresentação gratuita em Maringá nesta quarta-feira (5).
Por
Redação O Maringá
3 de novembro de 2025