Se você está pensando em assinar um contrato, pedir demissão, iniciar um relacionamento sério, fazer um investimento importante, mudar de cidade, comprar um imóvel ou até mesmo terminar algo que já dura anos — pare. Agora. Respire. E leia isto até o fim. Não é um pedido de cautela comum. Não é um conselho genérico de “espere um pouco”. É um alerta astral real, baseado em ciclos cósmicos que têm influência comprovada sobre o nosso inconsciente, nossas emoções e nossas decisões mais profundas. A Lua está se aproximando da sua fase mais intensa — a Lua Cheia — e até lá, o campo energético ao redor de você está instável, distorcido, carregado de emoções não resolvidas. E isso pode fazer com que você tome decisões que, em outra hora, jamais escolheria.
A Lua não é apenas um satélite no céu. Ela é um espelho da alma. Ela reflete o que está dentro de nós — o que escondemos, o que reprimimos, o que ainda não curamos. Quando ela está cheia, tudo que foi silenciado por semanas vem à tona: mágoas antigas, medos reprimidos, desejos esquecidos, verdades que você evitou encarar. E isso não é um acidente. É um processo natural de purificação. Mas o problema não é a Lua Cheia em si. O problema é tentar tomar decisões fundamentais enquanto ainda estamos dentro da tempestade emocional que a antecede. Porque quando você decide sob a influência de uma Lua crescente ou em fase de Lua Minguante — especialmente nos dias que antecedem a Cheia — você não está decidindo com a sua mente. Você está decidindo com a sua ferida.
Se você é de um signo de água — Câncer, Escorpião ou Peixes — este alerta é ainda mais urgente. Você já sente as emoções com intensidade. A Lua Cheia vai amplificar tudo: o que você ama, o que você odeia, o que você sente falta, o que você teme perder. E se você fizer uma escolha importante agora — como romper um vínculo, fechar um negócio ou mudar de vida — você estará fazendo isso com o coração em chamas. E quando a Lua passar, quando o caos emocional se acalmar, você pode se perguntar: “O que eu fiz? Por que eu fiz isso?” A resposta? Você não estava em seu estado natural. Você estava em estado de reação.
Se você é de um signo de fogo — Áries, Leão ou Sagitário — você pode achar que isso não te afeta. “Eu sou lógico. Eu não me deixo levar por emoções.” Mas aqui está o segredo que poucos contam: mesmo os mais racionais são afetados pela Lua. Quando ela está próxima da Cheia, sua coragem pode virar impulsividade. Sua confiança pode virar arrogância. Sua vontade de avançar pode virar uma fuga de algo que você precisa enfrentar. Talvez você esteja pensando em largar o emprego porque está frustrado — mas será que a frustração é do trabalho, ou de algo que você não resolveu dentro de si? Talvez você queira se mudar porque acha que o novo lugar vai te salvar — mas e se o que você precisa não é de outro lugar, mas de outro estado interior?
Se você é de um signo de terra — Touro, Virgem ou Capricórnio — você acredita que planeja tudo com cuidado. Mas a Lua Cheia não respeita planilhas. Ela desafia estruturas. Ela expõe falhas ocultas. Um contrato que parece sólido pode ter cláusulas escondidas. Um relacionamento que parece estável pode estar cheio de silêncios não ditos. Um investimento que parece seguro pode ter riscos que você não enxergou porque estava focado apenas nos números. A Lua Cheia não quer que você erre. Ela quer que você veja. E para ver, você precisa de clareza. E clareza não vem na agitação. Ela vem no silêncio. E o silêncio só chega depois da Lua Cheia.
Se você é de um signo de ar — Gêmeos, Libra ou Aquário — você pode achar que tudo é “só conversa”. Mas a Lua Cheia não é sobre o que se diz. É sobre o que se sente. E quando você está em uma fase de Lua crescente, suas percepções estão distorcidas. Você pode achar que alguém te ama mais do que realmente ama. Ou que alguém te odeia quando na verdade só está com medo. Você pode achar que uma nova oportunidade é a “salvação” — quando na verdade é só uma distração. A Lua Cheia vai revelar a verdade. Mas só depois dela. Não antes. Porque antes, você ainda está dentro da nuvem.
Este é o período mais delicado do mês. E não é por acaso que muitos grandes erros acontecem nos dias que antecedem a Lua Cheia. Divórcios iniciados por explosões emocionais. Negócios fechados com pressa e depois desfeitos. Empregos abandonados por frustração momentânea. Relacionamentos que terminam por um mal-entendido que, em outra hora, seria resolvido com uma conversa. Esses não são “acidentes”. São consequências de decisões tomadas em estado de distorção emocional. E você não precisa ser vítima disso.
O que você deve fazer até a Lua Cheia?
Primeiro: pare de assinar qualquer coisa. Contratos, acordos, compras significativas, mudanças de plano de vida — tudo pode esperar. Não é preguiça. É sabedoria.
Segundo: evite conversas difíceis. Se alguém te pedir uma resposta importante, diga: “Preciso de alguns dias para refletir com calma. Vou te responder com clareza.”
Terceiro: não se envolva em novos romances. Se estiver solteiro, aproveite para se reconectar consigo mesmo. Se estiver em um relacionamento, use esse tempo para observar, não para mudar.
Quarto: não faça diagnósticos sobre sua vida. Não diga “isso é o fim” ou “isso é a solução definitiva”. Nada é definitivo enquanto a Lua não estiver cheia.
Quinto: escreva. Não para resolver. Para liberar. Anote tudo o que você está sentindo. O que te irrita. O que te assusta. O que te faz sonhar. Não julgue. Não corrija. Apenas escreva. Isso é terapia cósmica.
Sexto: pratique o não fazer. Caminhe sem destino. Sente em silêncio. Ouça música antiga. Tome um banho quente. Não faça nada com propósito. Apenas exista. Isso é o que o universo pede.
A Lua Cheia não é um evento. É um portal. Ela é o momento em que tudo que foi escondido sob o silêncio da Lua Minguante é iluminado. É o momento em que você vê o que realmente está lá — e não o que você queria que estivesse. É o momento em que você entende: aquilo que você achava que era um problema, era só um aprendizado. Aquilo que você achava que era um fim, era só uma transição. E aquilo que você achava que era uma resposta, era só uma ilusão.
Você não precisa ter todas as respostas agora.
Você não precisa resolver tudo hoje.
Você não precisa ser forte agora.
Você só precisa ser honesto.
E esperar.
Porque depois da Lua Cheia — quando a luz se espalha, quando as emoções se acalmam, quando o caos se transforma em clareza — você vai saber exatamente o que fazer. E quando fizer, será com a mente limpa, o coração curado e a alma alinhada. Não com medo. Não com raiva. Não com urgência. Mas com propósito.
E isso — isso sim — é tomar uma decisão verdadeira.
Se você já tomou alguma decisão importante nos últimos dias e está se sentindo arrependido, não se culpe. O universo não te puniu. Ele te protegeu. E agora, ele está te dando uma segunda chance: a chance de esperar. A chance de recuar. A chance de não agir por impulso, mas por sabedoria.
Respire.
Escreva.
Espere.
Não lute contra o fluxo.
Deixe que a Lua faça o seu trabalho.
E quando ela estiver cheia — e só então — você saberá exatamente o que fazer.
Porque as melhores decisões da sua vida não são tomadas na pressa.
São tomadas depois da tempestade.
E esta é a sua tempestade.
Mas ela está passando.


