Com 186.509 veículos e somando R$ 248.533.038,56, Maringá tem a terceira maior frota tributável nos 399 municípios do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).
A capital, Curitiba, registra isoladamente 971,1 mil veículos na base de cálculo; seguida de Londrina (216.080). Após a Cidade Canção, aparecem Cascavel (150.130) e São José dos Pinhais (140.863). Já Mirador, região Noroeste, apresenta o menor registro do estado, com apenas 273 veículos. A informação foi divulgada via relatório da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) e Receita Estadual.
Para o exercício de 2026, a frota total lançada em todo o Paraná soma 4.181.911 veículos. A estimativa de arrecadação é de R$ 4,59 bilhões.
O levantamento evidencia diferenças entre os municípios paranaenses. Em termos de comparação, 55 cidades contam com mais de 10 mil veículos registrados. Isso representa 76% da frota total do Estado. Por outro lado, 71 municípios possuem menos de mil veículos tributados (1,2% da frota).
De acordo com levantamento da Receita Estadual, a Região Metropolitana de Curitiba concentra a maior frota do Estado, com 1.555.322 veículos registrados. A seguir, os municípios de algumas regiões com o maior número de registro de veículos.
No Noroeste, são 515.549 veículos, com destaque para Maringá (186.509), Umuarama (43.226) e Paranavaí (31.364).
Isenções
As motocicletas de até 170 cilindradas continuam isentas do imposto, mantendo a política adotada no IPVA 2025. Já ônibus, caminhões, veículos de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) são tributados em 1%. Atualmente, cerca de 36 mil veículos leves já utilizam GNV no Paraná. A conversão deve ser feita exclusivamente em oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). No site da Compagas é possível conferir a lista de oficinas aptas a realizar a conversão.
Os proprietários de veículos já podem realizar o pagamento do IPVA 2026. O prazo para pagamento à vista ou da primeira parcela começa nesta sexta-feira (9) e segue até 15 de janeiro, conforme o final da placa. Quem optar pela quitação integral garante desconto de 6% sobre o valor total. Também é possível parcelar o imposto em até cinco vezes, sem desconto.
