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Pesquisa da Unicef revela que em maio 41% dos alunos retornaram para as aulas presenciais

Por Maynara Guapo
30 de junho de 2021
Pesquisa da Unicef revela que em maio 41% dos alunos retornaram para as aulas presenciais

Foto: Giuliano Gomes/ Seed

Uma pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) feito pelo Icep revela que em maio 41% dos cidadãos que moram com crianças ou adolescentes afirmaram que as escolas voltaram a oferecer atividades presenciais. As informações são da terceira rodada do estudo Impactos Primários e Secundários da Covid-19 em Crianças e Adolescentes que foi exibida hoje.

O estudo reforçou o empenho que escolas e professores fizeram no decorrer da pandemia para ofertar atividades remotas. “No entanto, preocupa o fato do Brasil ter sido o país que ficou maior período com escolas fechadas e isso tem impactos profundos no emocional e principalmente na segurança alimentar de crianças e jovens”, afirmou Florence Bauer Unicef, representante do Unicef no Brasil.

A novidade apresentada pela pesquisa é que 41% das famílias disseram que as escolas estão oferecendo atividades presenciais e que metade está frequentando as práticas.

Depois de mais de um ano de pandemia de coronavírus, a pesquisa também realça que quase metade das famílias enviaram os filhos para as escolas, isto é, 48%. Contudo, as famílias ainda têm medo em mandar crianças e adolescentes para a escola.

Em julho de 2020, 82% dos brasileiros informaram que era muito relevante manter as escolas fechadas como maneira de prevenir a Covid-19. Ao longo dos meses essa visão foi sendo modificada. Em novembro, eram 71%, já em maio deste ano eram 59%.

Porém, as famílias que estão com filhos somente em atividades remotas certificaram medo com a volta. De acordo a pesquisa, 23% revelaram que a criança ou adolescente retornará quando a escola reabrir, e 74% afirmaram que a volta só acontecerá quando alguém responsável acreditar que não existe risco de contaminação.

Conforme o estudo, 93% das escolas mantiveram atividades remotas. O Whatsapp (71%) continua sendo uma das principais formas de acesso entre escola e estudantes seguido do material impresso (69%). A falta de acesso à internet ou de computadores continua sendo um dos maiores problemas para o progresso das atividades escolares, efeito superior nas famílias mais pobres.

O celular é o principal dispositivo usado, específico entre as famílias mais pobres. Segundo a pesquisa, nas famílias com renda de até um salário mínimo, 65% dos estudantes utilizam apenas o celular para as atividades escolares. O estudo mostra que a falta de acesso à internet e a ausência de equipamento apropriado estão entre as principais dificuldades para realizar atividades escolares remotas, em especial nas famílias mais pobres.

 

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