A Prefeitura de Maringá pretende finalizar até fevereiro de 2026 um edital sobre a remoção e poda de árvores na cidade. Segundo o prefeito Silvio Barros, a previsão é de remover 12,5 mil árvores, acabando de vez com a lista de espera que se arrasta há anos, com 41 mil podas.
“É um problema que incomoda muito a população e o comércio, que fica sem energia”, disse o chefe do executivo maringaense, durante o evento “Maringá +Comunicação”, na manhã desta quarta-feira, 17 dezembro, no Paço Municipal. Segundo ele, as tempestades serão mais intensas e não se sabe se um tornado do porte que atingiu o município de Rio Bonito do Iguaçu, na região Centro-Sul do Paraná, pode se abater em algum momento sobre a Cidade Canção.
Barros informou que a licitação para esse planejamento da arborização deverá custar quase R$ 80 milhões.
Além disso, existem duas empresas cadastradas para atender à lei que permite ao contribuinte fazer a remoção da árvore se não quiser esperar a chegada das equipes da Prefeitura. “Temos uma fila e esta é monitorada pelo Ministério Público. Não dá para passar gente na frente, pois é preciso obedecer a uma ordem”, explicando que são mais de 5 mil árvores com laudo para remoção.

O prefeito explica que se trata de uma lei aprovada pelos vereadores e que permite ao contribuinte contratar a remoção da árvore por conta própria. E a retirada só pode ser feita por empresas cadastradas na Prefeitura, para garantir se estão habilitadas junto aos órgãos ambientais para fazer esse tipo de trabalho. “Automaticamente terminado o serviço, damos baixa na lista das árvores a serem removidas”, destacando que a retirada precisa ser aprovada e que mais empresas podem fazer parte do cadastro.
Sobre as 12,5 mil árvores que serão retiradas em 2026, o contrato prevê o plantio do mesmo número. “Todo o processo: remoção da árvore, a destoca e o plantio. Tudo é uma coisa só. A gente só paga depois que o ciclo estiver concluído”, garante Barros.


