IMPRESSO
Maringá
  • HomeM
  • Maringá
  • Notícias Região
    • Floresta
    • Itambé
    • Mandaguaçu
    • Mandaguari
    • Marialva
    • Paiçandu
    • Santa Fé
    • Sarandi
    • Umuarama
  • Esportes
    • No Pé Delas
    • Na Área do Esporte
    • Na Raiz Do Esporte
  • Colunas
  • Saúde
  • Obituário
  • Publicações Legais
Maringá
No Result
View All Result

26 de janeiro, dia de lembrar Magó e combater o feminicídio

Por Luiz de Carvalho
25 de janeiro de 2026
eventos contra o feminicídio nos seis anos da morte de Magó

Maria Glória, a Magó, construiu uma história de paixão pela dança Foto: Arquivo da família

Homens, mulheres e crianças de Maringá e região estão convidados a participar, nesta segunda-feira, às 9 horas, na frente do Teatro Reviver Magó, do evento “A Vida Pede Passagem”, uma manifestação de combate ao feminicídio e todas as formas de violência contra a mulher.

A ação faz parte da programação alusiva ao Dia Municipal de Combate ao feminicídio, instituído no município na data que lembra o assassinado da bailarina Maria Glória Poltronieri Borges, a Magó, em um sítio de recreio em Mandaguari.

Além de pessoas que se interessam pela causa, estarão presentes a professora de balé Daisa Poltronieri, mãe de Magó, Luciana Marinelo, irmã da soldado Daniela Marinelo, vítima de feminicídio em 2023, aos 36 anos, e  Celina dos Santos Cabral, mãe de Jéssica Daiane Cabral de Oliveira, morta há um mês por um guarda civil municipal embriagado.

O evento espera também autoridades e representantes das entidades que atuam na defesa da mulher.

 

Justiça por Magó

O evento deverá ser também um grito por justiça pela bailarina Magó no dia em que completam seis anos de sua morte brutal. Apesar de todo o tempo que passou, de ter sido identificado e preso o assassino, até hoje não houve julgamento.

Maria Glória era de família de pioneiros maringaenses, filha da professora Daisa Poltronieri, dona de uma das mais respeitadas academias de balé de Maringá, e do publicitário Maurício Borges (16/10/1963 – 16/08/2022). Ela foi assassinada no dia 25 de janeiro de 2020, durante a pandemia do novo coronavírus, quando acampava em uma propriedade rural de Mandaguari, onde já tinha estado antes.

O corpo foi encontrado no dia seguinte, com marcas de abuso sexual e estrangulamento.

26 de janeiro, dia de lembrar Magó e combater o feminicídio
Apesar da pouca idade, Magó construía uma história como bailarina no Paraná Foto: Arquivo

 

Em homenagem à bailarina, a Câmara Municipal aprovou a criação do Dia Municipal de Combate ao Feminicídio, no dia 26 de janeiro, e o Teatro Reviver, onde ela e a academia de sua mãe se apresentaram muitas vezes, ganhou o nome de Teatro Reviver Magó.

Ao redor do teatro, na Praça Todos os Santos, artistas plásticos construíram instalações em homenagem à bailarina.

 

Veja também

  • Safratec 2026 começa dia 5 com novidades tecnológicas para o produtor rural
  • MEC autoriza construção do Instituto Federal do Paraná no novo Centro Cívico de Maringá
Tags: DestaqueMagóMaria Glória Poltronieri BorgesTeatro Reviver Magó

IMPRESSO

  • Impresso
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Publicações Legais
  • Quem Somos

Editora Dia a Dia – O Maringá

CNPJ: 31.722.654/0001-52
ENDEREÇO: Estácio de Sá, 1251,
Zona 2 CEP: 87005-120
(44) 3305-5461

© 2025 O Maringá - O Jornal a serviço de Maringá e região.

No Result
View All Result
  • Home
  • Maringá
  • Região em Destaque
    • Floresta
    • Itambé
    • Mandaguaçu
    • Mandaguari
    • Marialva
    • Paiçandu
    • Santa Fé
    • Sarandi
    • Umuarama
  • Policial
  • Economia
  • Esportes
    • Na Área do Esporte
    • Na Raiz do Esporte
  • Geral
  • Colunas
  • Saúde
  • Obituário
  • Jornal Impresso
  • Outros
    • Publicações Legais
    • Fale Conosco
    • Quem Somos

© 2024 O Maringá - Todos Os Direitos Reservados.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.