O jornalista Breno Altman, fundador do Opera Mundi e duro crítico do sionismo israelense e que por isto vem enfrentando reações de entidades israelitas e até da Polícia Federal, lança nesta quinta-feira, 18, em Maringá, o livro “Contra o Sionismo: retrato de uma doutrina colonial e racista”, publicado pela Editora Alameda.
O lançamento será às 19 horas no Restaurante Universitário (RU) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), organizado pelo Programa de Estudos do Trabalho e Educação (Este), do Centro de Ciências Humanas Letras e Artes (CCH), Espaço Marx e Editora Alameda.
O evento público e gratuito contará com uma palestra e debate sobre o histórico da doutrina do sionismo, revelando o caráter racista e colonial do Estado de Israel. Haverá certificação para os participantes.
O livro apresenta, de forma didática, importantes informações para quem deseja conhecer o que ocorre hoje na Palestina. Além de apontar as diferenças entre judaísmo e sionismo, Altman demonstra “como o sionismo se transformou em uma ideologia racista, colonial e teocrática”.
Altman é crítico permanente do sionismo israelense, doutrina por ele considerada racista e colonizadora, além de fundador do portal de notícias Opera Mundi, voltado para a abordagem de temas políticos, econômicos e sociais, com ênfase em assuntos internacionais. Segundo ele “depois do dia 7 de outubro de 2023, denunciei o genocídio cometido pelo Estado de Israel contra o povo palestino”.
No início desta semana, Breno Altman, foi um dos convidados na Conferência Internacional de Solidariedade a Gaza e à Resistência – Palestina Livre, que se realizou domingo, 14, e segunda-feira, em Istambul, capital da Turquia, evento que reuniu 450 convidados de 16 países para debater a solidariedade ao povo palestino e crise no Oriente Médio. O tema debatido por Altman foi: sionismo como fonte mundial de opressão.
Apesar da oposição que vem enfrentando da Confederação Israelita do Brasil (Conib), que entra na Justiça contra postagens de Altman, o jornalista, que é judeu, tornou-se numa das principais vozes no Brasil contra ações que ele considera genocidas cometidas pelo Estado de Israel contra o povo palestino.