Morre a passista Maria Lata d’Água, personagem histórica do Carnaval carioca

Maria Lata d'Água

Com sua lata na cabeça, Maria se tornou um ícone dos desfiles do Carnaval carioca Foto: Arquivo O Globo

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A passista Maria Mercedes Chaves Roy, que ficou conhecida como Maria Lata D’Água e inspirou a marchinha “Lata d’água na cabeça“, composta por Luís Antônio e Jota Júnior, morreu na noite de sexta-feira, 23, aos 90 anos, em Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo.

Maria Lata D’Água estava internada desde o início deste ano em um hospital da cidade. Ela foi passista e desfilou por mais de 40 anos em escolas de samba do Rio de Janeiro, entre elas Portela, Salgueiro, Beija-Flor, Estácio de Sá e Mocidade Independente de Padre Miguel.

 

A ex-passista nasceu em Minas Gerais e se mudou para o Rio de Janeiro na infância, aos 11 anos.

 

Ela ganhou o apelido Lata D’Água após desfilar, aos 18 anos de idade, com uma lata de 20 litros cheia de água em cima da cabeça.

 

Esse desfile inspirou a marchinha “Lata d’água na cabeça”, composta por Luís Antônio e Jota Júnior.

 

Aos 70 anos de idade, em 2004, Maria se tornou missionária da Canção Nova e passou a morar em Cachoeira Paulista.

 

Veja matéria que Maurício Kubrusly fez sobre Maria Lata d’Água para o “Fantástico”, da Globo.

 

Saiba mais sobre Maria Lata d’Água no portal da Portela, escola de samba em que Maria foi passista de sucesso.

 

 

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