IMPRESSO
Maringá
  • HomeM
  • Maringá
  • Economia
    • Bitcoin
  • Região
  • Esportes
  • Geral
  • Colunas
  • Publicações Legais
Maringá
No Result
View All Result

Morre o pianista Sérgio Mendes, que espalhou a música brasileira pelo mundo

Por Luiz de Carvalho
6 de setembro de 2024
Morre o pianista Sérgio Mendes, grande divulgador da Bossa Nova nos Estados Unidos

Além de fazer sucesso com seus discos, Sérgio Mendes colaborou com grandes artistas da música americana Foto: Reprodução

Morreu em Los Angeles (EUA), aos 83 anos, o pianista, produtor musical, compositor, arrajador e líder do grupo brasileiro de maior sucesso fora do Brasil Sergio Mendes, que morava nos Estados Unidos desde a década de 1960 e onde tornou-se o maior divulgador da música brasileira. Ainda não foi divulgada a causa da morte.

Nos Estados Unidos, Sérgio Mendes colaborou com grandes ícones do jazz, como Herb Alpert, Cannonball Adderley, com artistas do pop americano, entre eles Stevie Wonder, Justin Timberlake, Black Eyed Peas, John Legend, e da MPB, como João Donato e Hermeto Pascoal.

Grandes músicos brasileiros fizeram parte de sua banda nos Estados Unidos, como Rosinha de Valença, Oscar Castro Neves e Jorge Ben Jor. Foi o conjunto Brasil 66 que gravou e fez da música “Mais que nada”, de Jorge Ben Jor uma das composições brasileiras mais conhecidas no mundo.

A música “Lua Soberana”, abertura da novela “Renascer”, que terá seu último capítulo na noite desta sexta-feira, foi originalmente gravada por Sérgio Mendes quando da primeira versão da novela de Benedito Ruy Barbosa. A composição é de Ivan Lins e Victor Martins.

Em 60 anos de carreira com 35 álbuns lançados, Mendes ganhou o Grammy e foi indicado ao Oscar em 2012 pela música “Real in Rio”, trilha da animação “Rio”, feita em parceria com Carlinhos Brown.

Nascido em Niterói (RJ) em 11 de setembro de 1941, ele se mudou para os Estados Unidos em 1964. Nenhum brasilerio fez tanto sucesso nas paradas americanas quanto ele. Ao todo, o pianista levou 14 músicas ao top 100 americano, quatro delas nos anos 80 e dez nos anos 60.

“Acho que a diferença foram as grandes melodias que você lembra. Não foi só um ritmo, só uma jogada de marketing”, disse ele ao g1, em 2020. O pianista já ficou duas vezes no top 4 do ranking da revista americana “Billboard: em 1983, com “Never Gonna Let You Go”; e 1968, com “The Look of Love”.

 

Sergio Mendes no começo da carreira e em 2020, no lançamento do álbum ‘In The Key of Joy’ — Foto: Divulgação/Katsunari Kawai

Em 1966, lançou sua gravação mais conhecida: “Mas que nada”, de Jorge Benjor, em verão bossa nova. Em 2006, a música foi remixada pelo Black Eyed Peas com participação do próprio Sergio.

Com Black Eyed Peas, Sérgio Mendes se rende ao Hip Hop

Sergio Mendes se manteve moderno com a parceria com o Black Eyed Peas já nos anos 2000, despertando o interesse das gerações mais recentes. “Will.i.am que veio até a minha casa, falou que era fã, que ouvia minha música desde garoto. Eu gostei muito dele, nos tornamos amigos. Aconteceu por meio desses encontros assim, que não foram programados, mas que deram certo”, disse o músico.

“Minha vida é muito feita por esses encontros, seja com Frank Sinatra, com Will.I.Am. Eu sou anti fórmula. Eu sigo muito a minha intuição e sou muito curioso. E essa curiosidade que me leva a isso, a encontrar essas pessoas e ter essa troca musical.”

O maior sucesso da parceria de Sérgio Mendes com o Black Eyed Peas foi uma releitura da sessentona “Mais que nada”, de Jorge Benjor.

Em 1971, Mendes se tornou um dos brasileiros a se encontrar com Elvis Presley. O encontro aconteceu durante a temporada do rei do rock em Nevada, no Midnight Show.

Em toda a carreira, ele lançou 35 álbuns. O último disco foi “In the Key of Joy”, de 2020, criado a partir de colaborações com outros artistas como João Donato, Hermeto Pascoal e Guinga. No mesmo ano, ele também foi tema de um documentário de mesmo nome. Ele deixa a esposa, Gracinha Leporace, e cinco filhos.

Veja também

  • Com modernos recursos tecnológicos, Alcoólicos Anônimos alcança novos membros e cresce no Brasil
  • Morre James Darren, ator da série O Túnel do Tempo, sucesso das décadas de 1960 e 1970
Tags: DestaqueMorre Sérgio Mendessucesso como Mais que nada e Lua soberana

IMPRESSO

Outros Posts

Morre aos 42 anos o jornalista Luiz Henrique Alves
Obituário

Morre o jornalista Luiz Henrique Alves, aos 42 anos

26 de setembro de 2026
Morre o escritor Zuenir Ventura
Obituário

Morre Zuenir Ventura, autor do clássico “1968: O Ano Que Não Terminou”

22 de setembro de 2026
Morre o professor Gabriel Kara Neto, lenda do esporte de Maringá
Obituário

Parte da história do esporte maringaense morre com o professor Gabriel Kara Neto

20 de setembro de 2026
Morre Sandro Mazzola, lenda do futebol italiano
Obituário

Morte de Sandro Mazzola, ex-jogador da Inter de Milão, enluta o futebol mundial

19 de setembro de 2026
Morre o professor Rodrigo Oliva, da UEM, vítima de atropelamento por moto
Obituário

Morre o professor Rodrigo Oliva cinco dias após ser atropelado por moto

12 de setembro de 2026
Morre a atriz Carla Jeffery, de Zombies, da Disney
Obituário

Carla Jeffery, atriz de “Zombies”, da Disney, morre aos 33 anos

3 de setembro de 2026
  • Impresso
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Publicações Legais
  • Quem Somos

Editora Dia a Dia – O Maringá

CNPJ: 31.722.654/0001-52
ENDEREÇO: Estácio de Sá, 1251,
Zona 2 CEP: 87005-120
(44) 3305-5461

© 2026 O Maringá - O Jornal a serviço de Maringá e região.

No Result
View All Result
  • Home
  • Maringá
  • Colunas
  • Jornal Impresso
  • Saúde
  • Região
  • Outros
    • Publicações Legais
    • Fale Conosco
    • Quem Somos

© 2026 O Maringá - Todos Os Direitos Reservados.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.