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Obra no Horto Florestal deve ser concluida na metade do prazo
Com prazo de um ano para conclusão, a obra de recuperação, drenagem e sustentabilidade do Horto Florestal que teve ordem de serviço – no valor de R$ 3,8 milhões – assinada pelo prefeito Roberto Pupin no dia 7 de agosto, já está 70% pronta. As obras nos dois canais de gabiões em forma de “Y” já estão se encontrando para o trecho único, final, também com a construção adiantada.
Conferindo a obra na manhã desta sexta-feira (13) e em companhia do representante da proprietária da reserva florestal (Companhia Melhoramentos), Mauro Zanini Rossetto, da bióloga Lídia Maróstica e do engenheiro Eduardo Sakae, o secretário do Meio Ambiente, Umberto Crispim, observou a rapidez e eficiência da empresa Contersolo, acompanhadas de cuidados com a vegetação.
“Os canais em construção não são retos como em outras obras. Por nossa exigência eles têm desvios próximo das árvores maiores, evitando derruba-las. Outra observação sobre a qualidade do trabalho é que a vegetação já está se recompondo naturalmente nas margens dos trechos iniciais da obra”, explicou o secretário.
Canais
Na primeira perna do “Y”, o chamado “canal 1” tem 280 metros de extensão, 2 metros de largura e 3 metros de altura; com 268 metros o “canal 2” é mais largo, 2,5 metros e também 3 metros de altura. Já o canal único, final, terá mais de 170 metros de extensão, com 3 metros de largura por 3 metros de altura. Ao longo de todos eles estão sendo feitos “degraus” de um metro, os dissipadores da energia das águas canalizadas. Do início ao final serão mais de 20 degraus, indicando um desnível acima de 16 metros.
Segundo Umberto Crispim, se o tempo colaborar a obra poderá ser entregue até fevereiro, na metade do prazo previsto. “Vamos resolver em seis meses os problemas que se agravavam há mais de 20 anos nessa importante reserva nativa regional de 36 alqueires. E a Companhia já se comprometeu a avaliar o impacto da obra na vegetação, replantando mudas de espécies nativas que se fizerem necessárias na área impactada”, destacou.
De acordo com o engenheiro Eduardo Sakae, a exemplo do que foi feito no Parque do Ingá, a vantagem do sistema de gabiões é que são praticamente naturais. Os corredores feitos com piso e paredes de pedras irregulares (rachões) acomodadas em armações de arame, canalizam e diminuem a velocidade erosiva das águas pluviais, facilitando sua penetração no solo ao longo de toda a estrutura e beneficiando a flora e a fauna.
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Fonte: Prefeitura de Maringá – Arquivo
Jornal O Maringá