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Prefeitura apresenta conclusão da obra à Companhia Melhoramentos e agora aguarda liberação da área pela Justiça
Representantes da Prefeitura de Maringá e da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná se encontraram na tarde desta terça-feira (18), na Sala de Reuniões do Paço Municipal, para apresentar ações e definir a destinação da área do Horto Florestal.
No encontro, que teve a participação do prefeito Roberto Pupin, o secretário municipal de Meio Ambiente, Umberto Crispim, detalhou cada uma das obras de recuperação, drenagem e sustentabilidade realizadas pela administração municipal na área de 36 alqueires de reserva natural. A principal delas foi a implantação de 750 metros de canais de gabiões que permitem a drenagem de água de dois bairros da região que estava causando uma grande erosão no local. Os gabiões são corredores feitos com piso e paredes de pedras irregulares (rachões) acomodadas em armações de arame, que canalizam e diminuem a velocidade erosiva das águas pluviais, facilitando sua penetração no solo ao longo de toda a estrutura e beneficiando a flora e a fauna.
A Prefeitura investiu perto de R$ 4 milhões na obra. Ela consistiu na construção de dois canais de gabiões em forma de “Y”, que exigiram a utilização de 9 mil m³ de pedra na obra, com 2 a 3 metros de altura entre as árvores. Na primeira perna do “Y”, o chamado “canal 1” tem 280 metros de extensão, 2 metros de largura e 3 metros de altura. Com 268 metros o “canal 2” é mais largo, com 2,5 metros e também com 3 metros de altura. Já o canal único, final, tem mais de 170 metros de extensão, com 3 metros de largura por 3 metros de altura. Ao longo de todos eles foram feitos “degraus” de um metro, dissipadores da energia das águas canalizadas. Do início ao final são mais de 20 degraus, indicando um desnível acima de 16 metros.
“Agora resta ser feita uma perícia no local para que a Justiça certifique que todas as obras necessárias e de responsabilidade da Prefeitura foram executadas”, assinalou.
Para o prefeito Roberto Pupin o momento é de união de forças entre as duas partes envolvidas para que o local possa ser liberado para visitação pública e servir de objeto de pesquisa o mais rápido possível. “Vamos encontrar o caminho melhor para agilizar o andamento desse processo judicial e, depois, analisar juntos e com a própria comunidade a destinação mais adequada para esta importante área. Inclusive a melhor forma para manutenção da reserva”, afirmou.
O Plano de Manejo será definido assim que a área seja liberada para a população.
Por parte da Prefeitura de Maringá também participaram do encontro a bióloga Lídia Maróstica, o engenheiro Eduardo Sakae e o advogado da Proge, Marco Antonio Posio. A Companhia Melhoramentos – proprietária da reserva floresta – esteve representada por Mauro Zanini Rossetto, Erik Guedes e Maurício de Souza.
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Fonte: Prefeitura de Maringá – Arquivo
Jornal O Maringá