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Plano Nacional de Imunizações continua não aconselhando a aplicação de vacinas distintas em grávidas

Por Redação O Maringá
8 de julho de 2021
Foto: Agência Estadual de Notícias

Foto: Agência Estadual de Notícias

O ministro da saúde, Marcelo Queiroga anunciou hoje que o Programa Nacional de Imunizações (PIN) continua não aconselhando a aplicação de vacinas em combate ao coronavírus de fabricantes distintos na primeira e segunda doses em grávidas e mulheres que tiveram filhos recentemente.

O anúncio foi feito em uma entrevista para especificar uma nova nota técnica do Ministério da Saúde sobre a vacinação deste grupo. “Não há evidência científica acerca de intercambialidade de vacinas nas gestantes, portanto vamos manter a orientação do Programa Nacional de Imunizações.”

Depois da paralisação do imunizante da AstraZeneca para gestantes e puérperas, em maio, gestores municipais e estaduais ficaram indecisos a respeito de como concluir o método vacinal daquelas mulheres que já haviam tomado a primeira dose, que foram aproximadamente 15 mil naquela circunstância.

Queiroga ressaltou que elas devem esperar o parto e o puerpério para poderem tomarem a segunda dose da mesma vacina (AstraZeneca). “Aquelas que tomaram a vacina AstraZeneca vão completar a imunização após o puerpério com a mesma vacina. Se surgir alguma evidência científica que mostre alguma vantagem de se fazer a intercambialidade, assim será.”

A situação

A imunização de gestantes sem comorbidades chegou a ser paralisada em maio, depois que uma grávida recebeu a vacina da AstraZeneca e faleceu. A mulher sofreu um efeito adverso raro, a trombocitopenia.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aconselhou dias após que o Ministério da Saúde parasse o uso do imunizante para esse grupo, o que foi realizado.

Em 14 de maio, o PNI chegou a propor que este grupo de mulheres recebesse a segunda dose da Pfizer/BioNTech. Contudo, por determinação de Queiroga, a nota técnica foi enviada para uma nova avaliação, mesmo tendo passado por debate preliminar com 27 especialistas.

Dessa maneira, grávidas e mulheres que tiveram filhos recentemente podem receber apenas as vacinas da Pfizer/BioNTech e a CoronaVac. O imunizante da Janssen, que usa tecnologia similar à da AstraZeneca, também não deve ser utilizada em grávidas.

De acordo com o ministério, até o momento ocorreram 1.400 mortes de gestantes por coronavírus. A taxa de letalidade é por volta de 10%, ao mesmo tempo que na população em geral é menor do que 2%.

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