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Universidade Federal do Rio de Janeiro cria imunizante em combate ao coronavírus; testes em humanos devem começar neste ano

Por Maynara Guapo
4 de agosto de 2021
Dois estudos clínicos de novos imunizantes em combate ao coronavírus são aprovados pela Anvisa

Foto: Agência Brasil

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está criando um imunizante em combate ao coronavírus e deve solicitar ainda este mês a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para começar os testes clínicos em humanos. A equipe é comandada pela professora Leda Castilho, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe).

Batizada de UFRJvac, os experimentos com a vacina em animais foram propícios, de acordo com a professora. “A vacina está passando pelos últimos estágios de estudos em animais, que são os estudos que a gente chama de pré-clínicos. E, se tudo der certo, ela deve entrar em ensaios clínicos, que são os ensaios em voluntários humanos, até o final desse ano.”

Ela afirmou que a tecnologia utilizada pela UFRJ é a da proteína recombinante, que usa uma cópia da proteína que reveste a superfície do vírus. O mesmo método é feito em imunizantes contra a hepatite B, o papilomavírus humano (HPV) e também na vacina em combate a gripe.

“Essa tecnologia é facilmente aplicável a outras variantes do coronavírus e a outros vírus também. Mas para cada vírus a gente vai ter que entender e pesquisar qual é a melhor proteína viral que seria usada como componente ativo, o IFA da vacina. No caso do coronavírus já se sabe que é a proteína chamada de spike, a proteína que compõe a espícula, aquela parte pontiaguda do vírus, ela é uma boa IFA para vacinas”, ressaltou.

Segundo a professora, a equipe atua com diferentes variantes da covid-19 e está preparada para enfrentar com novas modificações que surgirem.

“A gente tem [vacinas com] várias variantes em desenvolvimento, algumas já prontas. Então, até o final do ano, antes de entrar em ensaios em humanos, a gente vai decidir qual é a variante mais importante para seguir adiante no desenvolvimento.”

 

Tags: CoronavírusSaúdeUniversidade Federal do Rio de Janeiro

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