Os fãs de Dragon Ball Super seguem atentos a qualquer sinal sobre o retorno do anime. Após anos sem novos episódios, duas histórias do mangá passaram a dominar as discussões nas comunidades de fãs: o arco de Moro e o arco de Granolah. Ambos apresentam novos vilões, batalhas intensas e revelações importantes sobre o universo da série, o que levanta uma pergunta cada vez mais comum entre os fãs: será que esses arcos finalmente serão adaptados para o anime?
Com o mangá avançando significativamente nos últimos anos, existe material suficiente para várias temporadas inéditas. Caso a adaptação aconteça, esses dois arcos podem marcar o grande retorno da animação de Dragon Ball Super.
O arco de Moro: uma nova ameaça para o universo
O primeiro grande arco inédito após o Torneio do Poder apresenta o vilão Moro, um antigo feiticeiro galáctico que possui a habilidade de absorver energia vital de planetas inteiros.
A história começa com a fuga de Moro da prisão da Galactic Patrol, o que coloca o universo novamente em risco. Para impedir sua ascensão, personagens como Son Goku e Vegeta precisam evoluir suas habilidades e enfrentar um inimigo com poderes muito diferentes dos vilões tradicionais da franquia.
Esse arco também aprofunda o treinamento de Goku no Ultra Instinct, uma técnica divina que já havia sido apresentada durante o Torneio do Poder.
Além disso, Vegeta passa por um treinamento especial no planeta Yardrat, explorando novas habilidades que ampliam ainda mais seu repertório de combate.
O arco de Granolah e a história dos saiyajins
Após a derrota de Moro, a narrativa avança para o arco de Granolah, um sobrevivente da raça cereliana que busca vingança contra os saiyajins.
Essa saga aprofunda o passado do povo saiyajin e revela detalhes importantes sobre a história de Bardock, pai de Goku. As revelações ajudam a reconstruir eventos históricos do universo da série e adicionam novas camadas à mitologia de Dragon Ball.
Granolah se torna temporariamente o guerreiro mais poderoso do universo após fazer um desejo às Dragon Balls de seu planeta. Esse poder coloca o personagem em rota de colisão direta com Goku e Vegeta.
Durante esse arco, Vegeta também apresenta uma nova transformação chamada Ultra Ego, ligada ao poder dos deuses da destruição.
A importância desses arcos para o futuro do anime
Os arcos de Moro e Granolah são considerados por muitos fãs alguns dos momentos mais ambiciosos de Dragon Ball Super no mangá. Eles expandem o universo da franquia, introduzem novos conceitos e aprofundam a história de personagens clássicos.
Com isso, muitos acreditam que esses arcos seriam ideais para marcar o retorno do anime produzido pela Toei Animation.
Além disso, o sucesso recente do filme Dragon Ball Super: Super Hero demonstrou que o interesse do público pela franquia continua extremamente forte.
O legado de Akira Toriyama e o papel de Toyotaro
Embora o criador da série, Akira Toriyama, tenha falecido em 2024, o mangá de Dragon Ball Super continua sendo produzido por Toyotaro, que trabalhou diretamente com Toriyama por muitos anos.
Toyotaro tem sido responsável por desenvolver e expandir várias ideias dentro da narrativa recente da série, consolidando-se como uma das figuras centrais no futuro da franquia.
Caso o anime retorne adaptando esses arcos, será também um momento simbólico para a continuidade do legado de Toriyama.
O sonho dos fãs pode virar realidade?
Embora ainda não exista um anúncio oficial sobre a adaptação dos arcos de Moro e Granolah para o anime, o interesse da comunidade global é enorme. Fóruns, redes sociais e eventos de anime frequentemente discutem a possibilidade de ver essas histórias ganhando vida na televisão.
Com o mangá avançando, a popularidade da franquia em alta e a forte base de fãs ao redor do mundo, muitos especialistas acreditam que o retorno do anime de Dragon Ball Super é apenas uma questão de tempo.
Se isso acontecer, os arcos de Moro e Granolah podem marcar o início de uma nova era para Dragon Ball, trazendo batalhas épicas, transformações inéditas e revelações que prometem empolgar tanto os fãs antigos quanto as novas gerações.








