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39º Slam Pé Vermelho reúne público e poetas no Street Ingá em temporada itinerante

Por Cristiano Monteiro Martinez
25 de maio de 2024
Slam também abriu espaço para o microfone aberto (Crédito: Cristiano Martinez)

Slam também abriu espaço para o microfone aberto (Crédito: Cristiano Martinez)

Em 2024, o Slam Pé Vermelho tem sido itinerante com suas habituais edições periódicas em Maringá. Neste sábado, 25 maio, esse campeonato de poesia falada chegou até a Associação dos Funcionários Municipais de Maringá (AFMM), como uma das atrações do Street Igá, festival de danças urbanas.

A 39ª edição do slam reuniu público e poetas (os slamers) em torno de textos autorais que foram falados ao longo do final da tarde e início da noite. A cada rodada, os participantes podiam declamar seu material original em um tempo determinado, sendo avaliado por um júri formado na hora por pessoas do público e que dava suas notas.

Na avaliação da professora e produtora cultural Érica Paiva Rosa, integrante do Coletivo Pé Vermelho, um dado importante do slam deste sábado foi a participação de dois estreantes na disputa maringaense, entre os seis inscritos. “É isso que é massa de estar em outros espaços. Porque eles experimentam estar no Slam também pela primeira vez”, explicando que os slamers mais experientes têm mais desenvoltura, perderam a vergonha e sabem os poemas de cor.

“Mas eu ainda gosto muito da galera que vem pela primeira vez, lendo no celular. Parece fácil, mas é muito difícil você declamar um texto autoral, seu, para o público”, destacando ainda o fato de ser avaliado por pessoas desconhecidas.

Na atual temporada, sem a casa consagrada na “Praça da Prefeitura” (que passa pelas obras do Eixo Monumental), o pé vermelho já pulou por locais como a Vila Olímpica, o Bar do Turco, a Coletiva Mostra Cultural e agora o Street Ingá.

A próxima edição (e última classificatória) também será numa festa literária, no caso do Motim – Festival de Literatura Popular, em junho, na Vila Olímpica.

“Mas tem sido muito gostoso circular por diferentes lugares”, indo para lugares e alcançando novos públicos, diz Rosa, que avalia a Coletiva como uma espécie de segunda casa do Slam. Inclusive, será palco da final.

Porém, o desejo é de voltar para a Praça, quando ela estiver reformada. “De certa forma, a gente está dialogando com a rua, mesmo não estando nela”, ao classificar todos os novos espaços em 2024 como integrantes de alguma forma da cultura de rua.

Crédito: Cristiano Martinez

Final
A grande final do Slam Pé Vermelho será em julho, seguindo o calendário do circuito estadual. Mas é preciso contar também os vencedores dos slams de 2023, que se juntarão aos resultados das cinco edições de 2024.

No caso deste sábado, 25, o slamer Bolinha ficou em 1º lugar, com 29,8 pontos. Foi uma disputa acirrada, já que o segundo colocado marcou 29,6 pts.

Em uma das rodadas, Bolinha contou a história do Zé, com uma cabeça cheia de problemas e as panelas todas vazias. “Saí cedo de casa à procura de um trabalho e voltava sempre tarde, com mais fome e cada vez mais desanimado”, disse o autor.

Bolinha ficou em 1º lugar na edição deste sábado, na AFMM (Crédito: Cristiano Martinez)

Microfone aberto
Uma das marcas do Slam é a democratização do espaço. Assim, além dos competidores, qualquer pessoa pode fazer uso do chamado “microfone aberto”, ou seja, declamar textos fora da disputa, entre uma rodada e outra.

Parceria com o Street Ingá
Na visão de Érica Paiva Rosa, existe uma amizade de anos com a organização do Street Ingá, no caso com Alisson Onilio, pois todos vêm da cultura de rua.

“Aí, surgiu o convite e ele falou: ‘gente, eu quero que a gente tenha outros eventos envolvendo a cultura de rua também com as artes da palavra’. Veio esse convite por parte dele para a gente trazer o Slam e a Batalha de Rima”, recorda a produtora.

Crédito: Cristiano Martinez
Tags: AFMMDestaqueLiteratura oralMaringáPoesia faladaSlam Pé VermelhoStreet Ingá

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