Projeto feito na parceria entre o Coral Luzamor e o Cobra Coral, o Canta Coral promoveu sua segunda edição de 2026 na noite desta terça-feira, 17 junho, com entrada gratuita.
O auditório Shizuko Miyamoto da Fundação Luzamor (famoso prédio às margens do Parque do Ingá) recebeu cinco coros, expressando grande diversidade de repertório, técnica e emoções.
O primeiro a subir ao palco foi o anfitrião Luzamor, sob regência do maestro Marcus Geandré desde o início de 2026. É um projeto nascido nos anos de 1970, da época de Yaeko Miyamoto e Aniceto Matti (hoje nome de fomento municipal); mas que enfrentou flutuações ao longo dos anos. Agora está em nova fase, investindo em repertório latino-americano.
Na canção “Fina estampa”, os maestros Davi Oliveira (da Camerata Luzamor) e Douglas Lemes (Orquestra Luzamor), além da spalla Miriel Pagani, marcaram presença como músicos convidados no trio de cordas.
Em seguida, Marcello Teles coordenou os corais da Copel de Londrina e Maringá. O momento contou com as participações de Mariana León (piano) e Bruno Teles (percussão). Destaque para duas músicas de Dorival Caymmi: “A lenda do Abaeté” e “O mar”.
Na sequência, o tradicional Coral Cocamar, sob regência de Regina Lopes e piano do maestro César Ribeiro. Bem eclético: Guilherme Arantes, Queen e o clássico “Rancho Fundo” (Ary Barroso e Lamartine Babo), para mostrar que o coro tem um “pé na roça”, como disse Lopes.
E, fechando a noite, Marcus Geandré, que é diretor artístico do Canta Coral, voltou com o Cobra Coral, que completa três décadas de história em 2026. Fundado em 1996, é um projeto que soma mais de 700 apresentações ao redor do mundo, com premiações e reconhecimento fora das fronteiras de Maringá. É um ano especial com diversas comemorações programadas. Na noite desta terça, canções em espanhol e italiano, completadas com pequenas histórias desses 30 anos.
Próximo concerto
O próximo concerto do projeto Canta Coral será em 3 de julho, na parceria com o Festival Luzamor Edição Vozes.








