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Geraldo Espíndola e Marcelo Loureiro apresentam musicalidade do MS no Sesc Maringá

Por Cristiano Monteiro Martinez
6 de novembro de 2025
Show ocorreu no Sesc Maringá (Crédito: Cristiano Martinez)

Show ocorreu no Sesc Maringá (Crédito: Cristiano Martinez)

O Sonora Brasil 2025 tomou conta do Teatro do Sesc Maringá, na noite desta quarta-feira, 5 novembro.

No palco, Geraldo Espíndola e Marcelo Loureiro (MS), com o espetáculo “Saudações Pantaneiras”. Eles estavam acompanhados do músico Adilson Big.

Idealizado pela produtora cultural Dalila Saldanha, com direção artística e musical de Marcelo Loureiro, o espetáculo une dois grandes nomes da música do Centro-Oeste: o cantor e compositor Geraldo Espíndola, um dos maiores expoentes da música popular sul-mato-grossense, e o multi-instrumentista Marcelo Loureiro, reconhecido por seu virtuosismo e por explorar as sonoridades da fronteira platina.

O termo “Saudações Pantaneiras”, criado por Espíndola há mais de dez anos, é um convite poético para que o Brasil e o mundo conheçam a beleza natural, a cultura e a hospitalidade pantaneira. No palco, essa saudação se transforma em uma experiência musical que celebra o Cerrado, o Pantanal e a identidade regional do Mato Grosso do Sul.

Geraldo Espíndola (Crédito: Cristiano Martinez)

O repertório traz arranjos inéditos de Marcelo Loureiro para canções emblemáticas de Geraldo Espíndola, como “Vida Cigana”, “Kikiô” e “Cunhataí Porã”, além de versões instrumentais sofisticadas para clássicos como “Pantanal” (Marcus Viana), “Mi Dicha Lejana” (Emígdio Ayala Báez) e “Cascada” (Dino Garcia). As reharmonizações e releituras revelam a fusão entre tradição e contemporaneidade, em uma proposta que exalta ritmos como guarânia, polca, rasqueado e cueca chilena.

Na parte instrumental, destaque para a viola sul-mato-grossense e a harpa paraguaia, entre outros.

“Neste show, o Marcelo trouxe releituras sofisticadas e também novas possibilidades com as tecnologias. Essa mistura ficou surpreendente e vai permitir que nossa arte mostre ao Brasil o nosso Mato Grosso do Sul, que é tão belo, mas que tanto precisa de preservação”, afirma Geraldo Espíndola, via Sesc.

Marcelo Loureiro (Crédito: Cristiano Martinez)

O Sonora Brasil proporciona o encontro de gerações de artistas de um mesmo estado ou região.

Adilson Big (Crédito: Cristiano Martinez)
Tags: "Vida cigana"DestaqueGeraldo EspíndolaMaringáMato Grosso do SulSesc MaringáSonora Brasil 2025
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