A diarista Paola Stefany Neto Cirino, suspeita de assassinar a facadas o advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, com 17 facadas e a esposa dele, a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foi presa na madrugada desta quinta-feira, 2, em um hotel em Itabira, região central de Minas Gerais.
Desde que a diarista se tornou a única suspeita de matar o casal, vários comentários saíram na imprensa de que ela pode ter sido pressionada por dívidas de jogo. Ela seria viciada no jogo online conhecido como “Tigrinho” e que vivia afundada em dívidas, tanto com a plataforma quanto com agiota. Há pouco tempo sua família se juntou para pagar uma dívida dela em torno de R$ 40 mil com agiota.
A mulher estava com um filho de 6 anos e disse aos policiais que já esperava ser presa a qualquer momento.
Ela confessou o duplo assassinato. Disse que foi ao apartamento sem a intenção de cometer um roubo, mas decidiu roubar objetos de valor ao ver os bens do casal. Questionada sobre o motivo de matar as vítimas, alegou ter sofrido um “surto psicótico”.
Paola foi indicada para trabalhar na casa do casal, e foi flagrada por câmeras de segurança entrando no prédio na manhã do crime e saindo horas depois.
De acordo com a polícia, após matar o casal, Paola tomou banho no apartamento, trocou de roupa e deixou o prédio carregando bolsas, mochilas e outros pertences das vítimas.
À polícia a suspeita negou que o crime tenha sido motivado por dívidas com jogos de azar. Ela disse que os débitos mencionados anteriormente já haviam sido quitados e alegou que pretendia vender os objetos levados do apartamento apenas para obter dinheiro para despesas pessoais.
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