Dois especialistas no assunto, dos quais um ex-militante político chileno, irão falar, nesta sexta-feira, 18, na Universidade Estadual de Maringá (UEM), sobre as circunstâncias e as consequências do Golpe que implantou uma ditadura militar chilena durante 17 anos.
Um dos debatedores será o geógrafo e professor de História, Manuel José Espech Almeyda, ex-membro da Juventude do Partido Socialista Chileno e atual presidente do Instituto Paranaense de Estudos Geográficos, Econômicos, Sociais e Políticos (Ipegesp). Alem dele, participará da discussão o professor Thiago Ferraiol, secretário político do Partido Comunista Brasileiro (PCB) de Maringá, e também docente do Departamento de Matemática (DMA) da UEM.
Adiado semana passada, devido ao mau tempo, o debate tem início às 19h30, no anfiteatro Ney Marques, câmpus sede da UEM, em Maringá.
Não há necessidade de inscrição prévia e o acesso para acompanhar o evento é gratuito.
O debate é voltado a estudantes, docentes, agentes e interessados na temática. O golpe de estado chileno derrubou o regime democrático constitucional do país e assassinou o presidente Salvador Allende, em 1973, numa articulação de oficiais da Marinha e do Exército, com apoio militar e financeiro dos Estados Unidos, da CIA e de organizações terroristas chilenas.
O golpe foi liderado pelo general Augusto Pinochet, que se proclamou presidente, marcando uma mudança significativa na história do Chile. Pinochet viria a ser apontado na História como o responsável por uma das ditaduras mais sangrentas da América Latina, encerrada apenas em 1990.
A promoção é do Ipegesp e do Espaço Marx da UEM.








