O município de Maringá encerrou o mês de março deste ano com saldo positivo no mercado de trabalho formal, gerando 950 novos empregos com carteira assinada – o número é resultado de 10.489 contratações e 9.539 desligamentos. No 1º trimestre do ano, o desempenho sobe para 2.810 novos postos – 30.600 admissões e 27.790 demissões -, com estoque mensal de 171.564.
Os dados são do Novo Caged de março, divulgados nesta quarta-feira, 29 abril, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Em todo o Brasil, o desempenho é de 228.208 postos de trabalho com carteira assinada, acumulando, de janeiro a março, 613.373 vagas formais. Nos últimos 12 meses (mar/2025 a mar/2026), o total de postos gerados chega a 1.211.455. Desde 2023, já foram criadas mais de 5 milhões de vagas formais no país.
Do total de postos gerados no mês, 83,25% são considerados típicos e 16,75% não típicos — majoritariamente jornadas de até 30 horas semanais (+34.925) e contratos de aprendizagem (+12.264).
No cenário maringaense, todos os setores pesquisados ficaram no azul no período de janeiro a março de 2026, conforme o Caged. O destaque é serviços, que gerou sozinho 1.128 vagas com carteira assinada. Em seguida, aparece a construção, com saldo de 645. Depois, figuram a indústria e o comércio, com 558 e 479 novos postos de trabalho, respectivamente. Somente a agropecuária fechou “zerado”, ou seja, o número de admissões e contratações foi o mesmo (79).
Já em março, o “motor” na geração de empregos ficou novamente com serviços, que criou 626 vagas com carteira assinada. Já comércio, fechou em +191; seguido pela indústria, +124; e a construção, +17. Do outro lado, a agropecuária terminou com saldo de -8.








