A semana ficou marcada por imagens de câmera de segurança de um pedestre, de 54 anos, que foi atropelado na avenida Brasil, em Maringá. O fato ocorreu em 2 de julho, mas o registro veio à tona apenas agora. Apesar de ter sido socorrida, a vítima morreu dias depois no hospital.
Esse é somente um dos 20 óbitos ocorridos na Cidade Canção entre 1º de janeiro e 9 de julho deste ano, conforme consulta da reportagem à Plataforma +Vida.
Ao longo desse período, Maringá teve 4.075 acidentes e 1.036 feridos, além dessas 20 mortes. O pico de ocorrências é na quarta-feira, entre 18h e 19h. Os dados apresentados em sinistros são originários do sistema BATEU e possuem caráter declaratório.
A via mais crítica na cidade é a avenida Colombo, com 247 acidentes, cinco feridos e nenhum óbito. O número corresponde a 4% do total de acidentes registrados pelo sistema. Em segundo lugar, aparece a PR-317, com 206 acidentes (3,4%), mas sem feridos ou mortes. E o Anel Viario Prefeito Sincler Sambatti (Contorno Sul) ficou na terceira posição, somando 157 acidentes (2,6%), tendo uma morte e 39 feridos.
Já a avenida Brasil, em 4º lugar, soma 128 acidentes (2,1%), dois óbitos e 31 feridos. Na 6ª colocação, a Avenida Pedro Taques figura com 111 acidentes (1,8%), com duas mortes e 22 feridos. Em seguida, a Avenida Morangueira tem 97 acidentes (1,6%), com um óbito e 26 feridos. Na 8ª posição, a Avenida Doutor Alexandre Rasgulaeff tem 80 acidentes (1,3%), com três vítimas fatais e 26 feridos. Em 14º lugar, a Avenida Cerro Azul soma 65 acidentes (1,1%), duas mortes e 16 feridos.
A Rua Almerinda Silveira Coelho está em 24º lugar nesse ranking estatístico, mas chama atenção por apresentar um óbito, 44 acidentes (0,7%) e 18 feridos. Mesmo caso da Rua Rodolfo Cremm, na 25ª posição, com uma morte, 44 acidentes (0,7%) e 10 feridos.
Em termos de cruzamentos críticos, a plataforma classifica quatro deles como os de maior alta: Avenida Advogado Horacio Raccanello Filho, com Avenida Pedro Taques, que registrou 14 acidentes e seis feridos entre janeiro e início de julho; Avenida Itororó, com Avenida Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira (a JK), que teve 12 acidentes e quatro feridos; Avenida Colombo, com Avenida Morangueira, que somou 11 acidentes e nenhum ferido; e Avenida Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira (a JK), com Avenida São Paulo, registrando 10 acidentes e um ferido. Sem óbitos nesses locais.
Somente em julho de 2026 (até o dia 10), foram 119 sinistros, contra a média histórica de 149. Ou seja, queda de 20,1%. Neste mês, já ocorreu um óbito.
2025
Em 2025, conforme os dados da Plataforma +Vida, a avenida Colombo liderou o ranking de sinistros de trânsito, com 491 casos. Em seguida, aparece a PR-317, com 322 registros; e a Avenida Brasil em 3º lugar, com 287. Já o Contorno Sul (245) e a Avenida Pedro Taques (223) fecham o “top 5”.
Na outra extremidade, a Avenida Herval teve o menor número de sinistros (150) nessas estatísticas das dez vias mais perigosas.








