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Santa Casa de Maringá tem alta taxa na captação de órgãos para transplantes

Por Luiz de Carvalho
29 de agosto de 2024
Santa Casa de Maringá abre inscrições para Programas de Residência Médica

A Santa Casa de Maringá é hospital de referência no Paraná Foto: Reprodução

Assessoria

A Santa Casa de Maringá registrou índice de 87,5% de famílias que aceitaram a doação de órgãos de um parente com morte encefálica neste ano. No Paraná, a taxa é de 41%, sendo o Estado com a maior taxa nacional. De janeiro a meados de agosto, o hospital registrou 31 casos de morte com possibilidade de doação de órgãos. Destas, sete tiveram contraindicação clínica e dos 24 restantes, apenas três famílias recusaram a doação.

A taxa de recusa familiar baixa é fruto do trabalho do hospital diretamente com as famílias, explica a enfermeira e coordenadora da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes da Santa Casa, Renata Manholer dos Santos.

“Começamos a acompanhar as famílias desde o momento em que surge a suspeita de morte encefálica. Os familiares são informados a respeito do processo de investigação. É um diagnóstico que só vem depois da aplicação de um protocolo rigoroso, que dura 48 horas. A Central de Transplantes estadual é notificada para verificar se o paciente pode ser um doador e nesse processo, algumas famílias já entendem que a doação de órgãos é uma possibilidade, mas o assunto só é apresentado quando a morte encefálica é confirmada”, detalha Renata.

As principais causas da morte encefálica são AVC hemorrágico e traumatismo craniano. A maioria dos doadores está na faixa de 40 a 60 anos. Os homens são maioria, com 60% do total. Renata lida diretamente com as famílias dos pacientes e destaca que as principais causas de recusa familiar da doação são a falta de informação e o desconhecimento da vontade do paciente.

“Há muitos mitos em torno do assunto, como a crença de que por causa da doação, a família não poderá fazer o velório ou que não poderá ser com caixão aberto. Ainda há a ideia de que o corpo ficará deformado ou que o tempo de velório será menor. Nada disso é verdade e trabalhamos para desmistificar. Quando uma família recusa a doação, geralmente é porque o paciente deixou claro em vida que não desejava a doação, os familiares não sabiam o desejo dele ou quando não há concordância entre os familiares”, aponta Renata.

Santa Casa de Maringá é referência na captação de órgçãos ppara doação
Enfermeira Renata Manholer com a equipe da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do hospital Santa Casa de Maringá Foto: Divulgação

A Santa Casa de Maringá é referência em transplante de rim e também atende casos de transplante musculoesquelético. Para a campanha Setembro Verde, voltada à conscientização sobre a importância da doação de órgãos, a instituição terá atividades na semana de 23 a 26 de setembro, com visitas a centro médicos, clínicas e planos de saúde para divulgação como funciona a doação de órgãos. No dia 25 haverá palestra, com relato de um transplantado e apresentação teatral no auditório do hospital. Já no dia 27, que é o Dia Nacional da Doação de Órgãos, haverá missa também no auditório.

 

 

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Tags: captação de órgãoscaptação para transplantesDestaqueDoação de órgãosSanta Casa de Maringá tem baixa recusa

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