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Índice de Infestação predial em Maringá atinge 2,2% em primeiro levantamento do ano confira detalhes

Por Gabriel Tazinasso
6 de fevereiro de 2024
Prefeitura divulga os primeiros dados de 2024 após super mutirão em Maringá - Foto: Rafael Macri

Prefeitura divulga os primeiros dados de 2024 após super mutirão em Maringá - Foto: Rafael Macri

O 1º Levantamento do Índice de Infestação do Aedes Aegypti (Lira) de 2024 registrou risco médio de infestação predial em Maringá (2,2%). O número é menor que o registrado no primeiro Lira do ano passado, de 2,4%. O levantamento, realizado pela Prefeitura de Maringá, teve os dados coletados ente 8 e 12 de janeiro.  A Organização Mundial da Saúde (OMS), diz que o índice abaixo de 1% no Lira indica baixo risco de infestação, de 1% a 3,9% risco médio e acima de 4% alto risco.

O secretário de Saúde, Clóvis Melo, explica que o Lira é importante para intensificar a atuação do município em locais com maior índice de infestação. “O combate à dengue é um trabalho conjunto e precisamos do apoio da comunidade na adoção das medidas de prevenção, para evitarmos a proliferação do mosquito. O Lira é uma ferramenta importante, tanto para nossas políticas públicas quanto para a sensibilização da comunidade”, afirma.

Super Mutirão foi realizado no último sábado, 3 em Maringá – Foto: Rafael Macri

O chamado ‘Super mutirão’ de combate à dengue foi realizado em todos os bairros das áreas de abrangência das 35 Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Cerca de 700 agentes de combate às endemias e agentes comunitários de saúde estiveram mobilizados em visitas às residências no último sábado, 3. Os agentes de combate às endemias e agentes comunitários de saúde estiveram em 3.083 imóveis. Desse total, em 1.711 imóveis foram realizadas vistorias e em outros 1.372 não havia ninguém na residência. Os agentes eliminaram focos do mosquito da dengue em 2% das residências vistoriadas.

Ainda de acordo com o secretário de saúde, a população deve seguir em alerta. “Se as pessoas não aderirem [às orientações dos profissionais] a dengue vai crescer. Outro fator [agravante] são as mudanças climáticas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) tinha dito ano passado que esse ano seria muito ruim em relação ao planeta. A gente já tem casos de dengue até na Europa, por exemplo”. Em 2023, Maringá teve bons números no combate à dengue ficando à frente de outros municípios. “Nós tivemos 3 mil casos confirmados e apenas uma morte. Efeito de comparação sem nenhuma crítica nós tivemos cidades da região que tiveram 30 mil casos e 30 óbitos”, afirma De Melo.

 

Dados de alguns bairros

Os índices de infestação variaram entre 0,4% e 3,8%. O maior percentual, de 3,8%, foi registrado na regional 1, que compreende as UBSs Parigot de Souza, Guaiapó/Requião, Piatã, Pinheiros, Morangueira, Alvorada I e Alvorada III. O menor índice, de 0,4%, foi registrado na regional 5, que reúne as UBSs Tuiuti, Internorte, Céu Azul, Paraíso, Cidade Alta, Aclimação, Zona Sul, São Silvestre e Vila Operária.

 

Dados nas UBS e principais criadouros

A UBS Morangueira apresentou o maior índice de infestação, de 4,19%, seguida pelas UBSs Pinheiros, com 4,18%, e Tuiuti, 4,02%. Na região das UBSs Paris VI e Ney Braga o percentual ficou em 0%, ou seja, nos imóveis sorteados para o Lira não foram encontrados focos.

O 1º Lira também aponta que o maior percentual de criadouros do mosquito, de 35,97%, está em recipientes plásticos, garrafas, latas, entulhos de construção e outros. Na sequência, com 33,69% dos criadouros, estão os pequenos depósitos móveis, como vasos com água, pratos, recipientes de degelo em geladeiras, bebedouros, materiais de depósito de construção e outros.

Novos mutirões vão ser realizados nos próximos dias.

Tags: DengueDestaqueIndice InfestaçãoLiraSaúde

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