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Manifesto repudia movimento anti-vacina e alerta para riscos da desinformação

Por Redação O Maringá
8 de maio de 2025
Manifesto repudia movimento anti-vacina e alerta para riscos da desinformação

Vice-presidente da Comissão de Saúde Pública da Assembleia, Márcia Huçulak, recebeu representantes do Conselho Estadual de Saúde Foto: Orlando Kissner

Em reunião com a vice-presidente da Comissão de Saúde e líder do Bloco Parlamentar de Saúde Pública da Assembleia Legislativa do Paraná, deputada Márcia Huçulak (PSD), nesta terça-feira (8), membros do Conselho Estadual de Saúde do Paraná (CES/PR) entregaram um manifesto de repúdio a falas anti-vacinação proferidas no Parlamento.

 

Os representantes do órgão também demonstraram preocupação com a possibilidade de apresentação de um projeto de lei que vise eliminar a cobrança de vacinação nos primeiros anos escolares (tramitação que ainda não teve início na Casa).

 

O Conselho Estadual reúne gestores, prestadores de serviços, profissionais e representantes dos usuários de Saúde.

 

O conselheiro Decarlo Cisz Trevisan destacou o risco de comprometimento da chamada “imunização de rebanho” –  quando grande parte da população se torna imune, pela vacinação ou infecção natural. “Temos que tomar a vacina para fortalecer esse sistema. Quanto mais pessoas tomarem, mais pessoas estarão protegidas”, ressaltou Trevisan, que representa o Conselho Regional de Enfermagem no CES.

 

O manifesto alerta para o perigo da desinformação, na medida em que a disseminação de discursos anti-vacina “não têm base científica e geram um impacto perigoso para saúde pública”.

 

“Hoje temos baixos índices de vacinação em todas as vacinas. Quando você desestimula o uso de um imunizante, você desestimula o uso de todos”, ressaltou a deputada Márcia Huçulak.

 

Os conselheiros entendem que a tentativa de deslegitimar a importância da imunização gera um aumento da “hesitação vacinal” – ou seja, a dúvida sobre aplicar o imunizante –, comprometendo anos de progresso na Saúde Pública.

 

Um exemplo é a baixa procura pela vacina contra dengue no último ano, além de casos recentes de morte por coqueluche – problema que não ocorria no Brasil há anos. Em 2024, pelo menos dois bebês, de cinco e três meses, morreram por coqueluche em Curitiba, segundo a secretaria municipal de Saúde. Ambos não haviam sido vacinados. Foram os primeiros óbitos em 11 anos.

 

 

Ciência

De acordo com o manifesto do CES, os posicionamentos contra vacina ignoram evidências científicas, “colocando vidas em risco e fomentando desinformação sobre imunização infantil”.

O manifesto lembra que a vacinação contra covid-19 salvou milhões de vidas e continua sendo a forma mais eficaz de prevenir hospitalizações, sequelas e mortes causadas pela doença.

“Defender a vacinação não é uma questão ideológica”, diz o documento. “A vacinação não é uma decisão meramente individual, mas um compromisso coletivo que visa a proteger toda a sociedade.”

O documento lembra que a Constituição Federal (artigo 196) determina que o Estado deve garantir ações de saúde pública “para todos os brasileiros”.

O manifesto reafirma o compromisso do Conselho com “a ciência, com a saúde pública e com a proteção da população brasileira”.

 

Participantes

Participaram da reunião com a deputada Márcia Huçulak os seguintes representantes do Conselho Estadual: Decarlo Cisz Trevisan, Maria Cristina Galacho de Souza, Maria Lúcia Gomes e Maurício Duarte Barcos.

 

 

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Tags: Destaquemanifesto contra a desinformaçãomovimento anti-vacina

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