A exemplo do que tem feito nos últimos anos, o Conselho Regional de Biomedicina do Paraná 6ª Região termina o mês mobilizando seus mais de 7,7 mil membros em uma campanha de doação de sangue. Além dos profissionais de Biomedicina, as doações podem ser feitas também por familiares e amigos deles, mas o objetivo e atrair também pessoas que não estão ligadas à área.
Neste ano a campanha acontece quando o CRBM6 está sob a direção da biomédica Daiane Pereira Camacho, de Maringá, primeira mulher a presidir a instituição. Ela espera que a mobilização seja forte em todos os pólos do Conselho, que, coincidentemente, estão em cidades que contam com unidades da Hemorrede. No caso de Maringá, os doadores deverão procurar o Hemocentro do Hospital Universitário da Universidade Estadual de Maringá (UEM).
Uma doação pode salvar até quatro vidas
“Com esse gesto de amor ao próximo, que pode beneficiar até quatro vidas, queremos estimular a solidariedade em todo o Paraná. Por isso, os biomédicos estão sendo convidados a dar o exemplo”, diz Daiane Camacho.
A campanha do Conselho de Biomedicina, a Junho Vermelho, acontece sempre em junho por ser o mês do doador de sangue, mas também porque as baixas temperaturas são fator que preocupa os serviços de hemoterapia: o aumento da demanda por sangue, já que o período coincide com as férias escolares de julho, época em que há maior deslocamento de pessoas pelas rodovias, elevando o número de acidentes e, consequentemente, a necessidade de transfusões sanguíneas.

“Temos uma combinação preocupante: menos pessoas comparecem para doar sangue por causa do frio, enquanto a demanda por hemocomponentes aumenta em razão dos acidentes, das cirurgias eletivas e do atendimento de pacientes que dependem regularmente de transfusões. Por isso, cada doação torna-se ainda mais importante nesta época do ano”, afirma Daiane.








