A Carreta da Mulher, do programa Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde, que deveria atender em Maringá até este sábado, 18, teve sua permanência na cidade estendida, permanecendo até o último dia deste mês.
A carreta, um ambulatório itinerante, está ao lado do Terminal Urbano, na área central de Maringá, desde o dia 19 de junho, realiza consultas e exames previamente agendado junto às unidades básicas de saúde, reduzindo o tempo de espera das pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O espaço possui consultório ginecológico e salas de mamografia, ultrassonografia, acolhimento e espera
A estrutura oferece consultas e teleconsultas, além de procedimentos como mamografias, ultrassonografias transvaginal, pélvica e mamária bilateral, punção de mama, biópsia e exames para detecção e tratamento do câncer do colo do útero, como colposcopia e exame anatomopatológico.
Entre as moradoras de Maringá, já foram realizados 638 atendimentos. Até o momento, foram confirmados 1.036 agendamentos, o que representa índice de faltas de 39%. Todas as pacientes realizam confirmação prévia por telefone ou mensagem de WhatsApp às equipes de saúde.
O secretário de Saúde, Antônio Carlos Nardi, afirmou que a ampliação do período de permanência da ‘Carreta da Mulher’ representa o compromisso da gestão em dar celeridade aos procedimentos solicitados.
“Estamos focados em garantir a atenção especial e integral à saúde da mulher. No entanto, dependemos do empenho das pacientes que confirmam presença”, afirmou. O secretário reforçou a importância as pacientes comunicarem a UBS de referência caso não possam comparecer ao atendimento agendado, para que a vaga seja destinada a outra pessoa.
“O índice de faltas caiu em julho na comparação com junho, mas precisamos reduzir ainda mais para que mais mulheres recebam atendimento”, completou.
Atendimentos – A ‘Carreta da Mulher’ não faz atendimentos por demanda espontânea, ou seja, sem agendamento prévio. A recomendação para mulheres que estão nas idades indicadas para exames como o de mama, a partir dos 40 anos, e de colo de útero, entre 25 e 64 anos, é de que procurem a Unidade Básica de Saúde de referência para avaliação médica.








