A inflação em Maringá atingiu a marca de 1,45% nos últimos 12 meses, e de 5,28% em 2026. É o que revelam os dados mais recentes do Índice Ipardes de Preços Regional Alimentos e Bebidas (IPR — Alimentos e Bebidas), em consulta da reportagem.
No período de jun/25 a mai/26, o principal “vilão” da alta na Cidade Canção foi a cenoura, com elevação de 151,47% no preço. Em seguida, figura o pepino, com +94,87%, pressionando a inflação maringaense. Além desse itens, mais três tiveram grande alta no cenário: repolho (77,88%), batata-inglesa (52,93%) e abobrinha (34,01%).
Já na outra ponta, os produtos com maior queda nos últimos 12 meses em Maringá foram o alho, o arroz parboilizado, o arroz branco, a maçã e o açúcar cristal, com desaceleração de -39,08%, -24,38%, -21,61%, -20,92% e -20,88%, respectivamente.
Nos últimos 12 meses, regionalmente o IPR acumulado foi de 3,01% em Pato Branco, de 2,55% em Cascavel, de 2,48% em Curitiba, de 2,41% em Foz do Iguaçu, de 1,79% em Ponta Grossa, de 1,70% em Londrina, de 1,61% em Guarapuava, de 1,45% em Maringá e de 0,65% em Umuarama.
Para esse período, destaca-se o subgrupo ovos de galinha, que registrou queda de 16,82% em Guarapuava, de 16,01% em Londrina, de 15,50% em Ponta Grossa, de 15,00% em Curitiba, de 14,48% em Umuarama, de 13,38% em Maringá, de 12,48% em Foz do Iguaçu, de 12,15% em Cascavel e de 11,64% em Pato Branco.
No outro extremo, o subgrupo tubérculos, raízes e legumes registrou aumento de 51,63% em Curitiba, de 49,39% em Pato Branco, de 49,22% em Londrina, de 48,31% em Cascavel, de 46,15% em Foz do Iguaçu, de 45,64% em Maringá, de 44,58% em Ponta Grossa, de 38,14% em Guarapuava e de 35,94% em Umuarama.








