Apesar das perdas em julho, que foram mínimas, o mercado de trabalho formal em Maringá se mantém positivo no acumulado do ano, gerando 3.250 novas vagas com carteira assinada. O número é resultado de 67.382 contratações e 64.132 desligamentos, conforme dados do Novo Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nesta sexta-feira, 28 agosto. Com estoque mensal de 170.741 e variação de 1,94% na Cidade Canção.
De janeiro a julho deste ano, o principal motor da Cidade Canção foi o setor de serviços, com a criação de 1.658 novos postos de trabalho. Em seguida, vem a construção, que gerou 957 vagas. Além da indústria (+450), do comércio (183) e da agropecuária (+2).
Julho
Em julho de 2026, Maringá ficou com resultado negativo, perdendo 20 postos de trabalho, conforme o Novo Caged. O número de demissões (9.196) ficou acima das admissões (9.176).
Nesse universo, três setores terminaram o sétimo mês do ano no azul, com melhor desempenho para serviços, que gerou sozinho 199 novos postos. Depois, vem a construção (34) e a agropecuária (3).
Os maiores prejuízos ficaram com a indústria e o comércio, com saldo de -139 e -117, respectivamente.
Brasil
O mercado formal de trabalho brasileiro registrou saldo positivo de 58.568 vagas em julho de 2026, resultado de 2.262.888 admissões e 2.204.320 desligamentos. Os dados do Novo Caged foram apresentados nesta sexta-feira, 28 de agosto, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Com o resultado do mês, o estoque de vínculos de trabalho formal chegou a 48.082.866 empregos no país.
No acumulado do ano, de janeiro a julho de 2026, o saldo registrado é de 972.203 vagas formais, um crescimento de 2,06%. Nos últimos 12 meses, entre agosto de 2025 e julho de 2026, o saldo foi de 880.717 empregos com carteira assinada, alta de 1,87%.
Quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas tiveram saldos positivos em julho. O setor de Serviços registrou 24.098 novos postos de trabalho. O resultado decorreu, principalmente, das atividades de Transporte, Armazenagem e Correio (15.222).
Em seguida aparecem os setores de Construção (12.691), Agropecuária (12.523) e Indústria (11.315). Apenas o Comércio teve saldo negativo (-2.056) no mês.
Unidades da Federação
Em junho deste ano, 22 das 27 unidades da Federação registraram saldo positivo. Os maiores foram em São Paulo, com 17.814 novos empregos formais, Mato Grosso (5.766) e Minas Gerais (5.199). Em valores relativos, os percentuais foram maiores no Amazonas (0,63%), em Mato Grosso (0,59%) e no Piauí (0,52%).
Dos postos de trabalho gerados, 95,1% podem ser considerados típicos e 4,9% não típicos, majoritariamente trabalhadores intermitentes (+4.344) e pessoas físicas do Cadastro de Atividades Econômicas – os CAEPF (+1.911).








