Primeiro espaço teatral construído para este fim em Maringá, conforme informações do livro “História artística e cultural de Maringá: 1936-1990”, do historiador João Laércio Lopes Leal, o Teatro Universitário de Maringá (TUM) completará 40 anos de história em 2027.
Até aquela época, ao final da década de 80 do século 20, “os grupos e artistas se apresentavam em espaços improvisados, como salões paroquiais e cinemas. O Teatro Banestado (atual Barracão) viria somente em julho de 1989, enquanto que o auditório Shizuko Miyamoto (Luzamor) em agosto daquele mesmo ano”, diz o site do projeto Maringá Histórica.
Com o passar do tempo, nessas quase quatro décadas de atividades, surgiu a necessidade de reforma das instações do TUM. Ela poderá sair no ano que vem.
“Estamos na fase de contratação dos projetos complementares. Nós já temos o projeto de reforma, o projeto arquitetônico. Agora, a prefeitura do campus está fazendo a contratação dos complementares, que são aqueles específicos: de hidráulica, de acústica etc. Para que, na próxima etapa, com os projetos complementares em mãos, saberemos o valor total da reforma para começar a fazer sua execução”, diz o diretor de Cultura da Universidade Estadual de Maringá (UEM), professor doutor André Luis Rosa.
Segundo ele, a previsão é de começar a reforma em 2027, ano de aniversário de quatro décadas do TUM. “Estamos também organizando uma programação especial de comemoração desses 40 anos do Teatro Universitário, primeiro teatro de Maringá, que precisa de todo o nosso carinho e atenção”, conclui.

Esse espaço foi inaugurado em 17 de dezembro de 1987, dando nova fisionomia à então Oficina de Teatro-UEM. “Tal como encontra-se organizado presentemente, o TUM-Teatro Universitário de Maringá nasceu junto com a Oficina de Teatro-UEM em 1987. Certos de que a construção de um espaço destinado à investigação teatral implicava, certamente, na organização de um grupo e na formação de seu público, desde então, o Teatro Universitário de Maringá vem trabalhando para fazer um teatro que implique uma experiência necessária e conseqüente, uma atividade social essencial, a uma comunidade entendida como um todo”, conforme informações do site da DCU.








