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Arte no grafite: A conexão dos olhos com o mundo

Por Rafael Bereta
18 de outubro de 2021
Arte no grafite: A conexão dos olhos com o mundo

O grafite é uma das principais formas de manifestação da arte urbana. Muito presente nas vias públicas, os desenhos são feitos à mão, e cobrem muros, fachadas e paredes pelas cidades. Atualmente, é uma das manifestações culturais mais crescentes no mundo.  De origem italiana, a palavra vem de “graffiti”, plural de “graffito”, que traduzindo quer dizer “escrita feita com carvão”. Ele também pode ser chamado de grafito ou grafiti.

Segundo o grafiteiro Mateus Rosa de Souza, conhecido como “Chucky”, no meio do grafite, conta que trabalha profissionalmente com a arte há 10 anos. “Desenho e pinto desde os seis anos de idade. Trabalho profissionalmente com o grafite há 10 anos. Formado em artes visuais na Unicesumar na turma de 2017. Auto-didata, artista visual, arte educador, grafiteiro e tatuador.

GRAFITE. A arte está ligada com o expressar de cada um, a visão de mundo que cada pessoa traz com suas vivências. FOTO-DIVULGAÇÃO/ GRAFITE FEITO POR MATEUS ROSA/ CHUCKY

Mateus ainda ressalta que conheceu o grafite na cidade natal Peruibe, litoral Sul de São Paulo, onde por incentivo da mãe conheceu a arte pela cidade e pistas de skate, desde então nunca mais parou de desenhar. Viajando por São Paulo conheceu mais grafiteiros e com a Internet, descobriu que havia pelo mundo todo.

No Brasil, esse tipo de arte começou a se apresentar no final da década de 70, influenciado pela cultura americana. São Paulo foi à principal cidade adepta do movimento. Por conta da Ditadura Militar no Brasil, a arte foi restringida pela censura. Com os anos, os artistas foram tomando outros espaços e cidades por todo o país.

O grafiteiro Leonardo Teixeira Pinto, conhecido artisticamente como Nardo, conheceu o grafite em 2013. “Peguei numa lata pela primeira vez por curiosidade e comecei a trabalhar de forma remunerada em 2015 aproximadamente. Pelos painéis de algumas crews do bairro em que eu nasci e morei a vida inteira praticamente, Bangu – RJ”, conta.

Muitos que começam neste ramo têm de influência pessoas que trilharam o caminho primeiro, com mais de três mil trabalhos realizados, o grafiteiro Mateus Rosa explica que para ele não foi diferente, os gêmeos Gustavo e Otávio Pandolfo, Finok, Buché, Belin e Smug são uma das grandes influências de trabalho.

Para o grafiteiro Nardo, as influências vão surgindo conforme os anos de profissão. “Acho que em cada momento surge referências diferentes, mas algumas específicas são: Cety, Raws, Scrau, Dan Roots, os gêmeos Gustavo e Otávio Pandolfo , Banksy e Cadu Men.

Arte no grafite: A conexão dos olhos com o mundo
ARTE. O grafite é uma das principais formas de manifestação da arte urbana. FOTO-DIVULGAÇÃO/ GRAFITE FEITO POR LEONARDO TEIXEIRA/ NARDO

Cada trabalho é único e dessa forma cada um traz uma dificuldade, seja elaborar, seja fazer pelo tamanho ou por lidar com os clientes. Mateus Rosa ainda ressalta que a arte vai expressar a mensagem do profissional. “A arte está ligada com o expressar de cada um, a visão de mundo que cada pessoa traz com suas vivências. Dessa forma, vemos diferentes trabalhos que ilustram mundos diferentes e únicos”, disse.

Geralmente esses profissionais sofrem preconceito pela falta de valorização do trabalho. Muitas pessoas ainda vêem como algo sem muito valor ou “fácil”. “Às vezes acham que somos pichadores, por mais que o grafite é uma evolução das tags e pichação, focamos em desenvolver o desenho e técnicas mais elaboradas pra criar obras únicas”, relata Chucky.

O grafiteiro Nardo afirma que para começar um bom trabalho a música é uma das ferramentas que ajuda como influência. ”As vezes é uma forma de relaxar ouvindo uma música legal e a arte fluir, mas as vezes é necessário o silêncio também”, conta.

Nas técnicas de trabalho o grafiteiro Chucky costuma trabalhar com a tinta acrílica e spray juntos, em telas podendo adicionar canetas também. Uma característica forte do grafite brasileiro é a mescla da acrílica com spray, principalmente pelo preço das latas. “O grafite não se resume mais apenas ao uso dos sprays, um exemplo é o artista Galo, de São Paulo, que usa apenas tinta acrílica e pincéis. O espectro do grafite transcende os materiais”, aponta.

Para Nardo, as que sempre usa são: tinta acrílica, que dar pra usar pra fazer efeitos com diversas ferramentas, até mesmo efeitos de tinta com as mãos; sprays que são bastante usados e canetas em determinadas artes.

Para conhecer um pouco mais do belíssimo trabalho com a arte, bastar entrar nas redes sociais de Mateus Rosa e Leonardo Teixeira.

Redes Sociais Leonardo Teixeira

Instagram: @puronardo_

Facebook: Leonardo Nardo

Cel: (21) 97137-0941

Redes Sociais Mateus Rosa

Instagram: @mateusrosa.art e @mateusrosa.tattoo

Facebook: @mateusrosa.art

Behance: mateusrosa1

Cel: (44) 9 9124-2402

 

Por Leonardo Teixeira






Por Mateus Rosa






Tags: ArteArte UrbanaCulturaGrafiteMaringá

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