Dois cabos e dois soldados do 4º Batalhão de Polícia Militar, com sede em Maringá, lotados em Maringá, Sarandi e Mandaguaçu, foram alvos da segnda fase da Operação Armeiro, deflgrada na manhã desta quinta-feira, 2, pelo Ministério Público do Paraná e o Núcleo de Maringá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Os quatro militares são investigados por possível prática dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, dentre outros.
Foram cumpridos 13 mandados judiciais expedidos pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Estadual em endereços relacionados aos investigados em Maringá e Mandaguaçu, com o apoio e a atuação conjunta do 4º Batalhão de Polícia Militar e da Corregedoria-Geral da Polícia Militar do Paraná.
As investigações tiveram início em março de 2025, após o Gaeco de Maringá receber informações relacionadas à possível prática de crimes envolvendo militares, civis e pessoas jurídicas. Com o avanço das apurações e a obtenção de evidências quanto às infrações praticadas, houve a deflagração da fase ostensiva da investigação, objetivando o cumprimento de ordens judiciais em relação aos alvos então identificados. Concluída essa fase, houve o oferecimento de denúncia criminal, estando a ação penal em andamento.

Após o início da ação penal em relação ao primeiro grupo de investigados, novas evidências foram descobertas, com identificação de outros quatro agentes públicos que também atuariam em contexto de flagrantes preparados, associação ao tráfico e tráfico de drogas, especialmente com apreensão e desvio de parte das substâncias apreendidas.
Por que Armeiro?
O nome da operação deve-se à forma de atuação de um dos investigados, que fornecia para determinada agremiação criminosa armas de fogo utilizadas especialmente para o êxito do narcotráfico.
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