Cerca de 1.400 ciclistas de 166 cidades de todo o Brasil estão participando da Rota das Catedrais 2026, que está acontecendo neste sábado, 2, entre as catedrais de Londrina e Maringá, passando por sete igrejas nos municípios que estão entre as duas principais cidades do norte/noroeste do Paraná. Os primeiros ciclistas saíram da Catedral de Londrina às 6h30 e serão recepcionados na Catedral de Maringá por volta do meio-dia.
A Rota das Catedrais é um dos maiores eventos de mountain bike do país. Com percurso de mais de 120 quilômetros entre Londrina e Maringá, a prova mobiliza uma grande estrutura operacional e transforma as duas cidades em pontos centrais de uma experiência que vai além do esporte, envolvendo turismo, cultura, religiosidade e desenvolvimento regional. O evento conta com o apoio institucional do Instituto de Desenvolvimento (Codel) e da Fundação de Esportes de Londrina.
A movimentação começou nas primeiras horas da manhã em Londrina, com concentração a partir das 5h30 na Catedral, onde os atletas foram recepcionados com estrutura de apoio e café da manhã antes da largada oficial, às 6h30.
O início da prova marcou também o funcionamento de uma operação que envolve cerca de 150 profissionais entre staff, coordenação e logística, além de mais de 50 fornecedores.
Ao longo do percurso, os participantes contam com sete pontos de hidratação e uma série de experiências que ampliam o significado da jornada.
Entre as novidades desta edição estão estações criadas para proporcionar momentos de pausa e reconexão, como a Estação Relax, voltada ao descanso e recuperação, e a Estação Aromas e Sentidos, que propõe uma imersão sensorial conectada aos elementos naturais do território. O tradicional ponto de bênção na Capela Sagrada Família, em Mandaguari, segue como um dos momentos mais marcantes da prova, reforçando o caráter espiritual que diferencia a Rota.

Em todo o trajeto os ciclistas passam por sete igrejas que remetem à colonização do norte do Paraná.
Mais do que um desafio físico, a Rota das Catedrais é construída por histórias. Atletas que vêm de diferentes regiões do país carregam motivações que passam pela superação pessoal, pela fé e pelo desejo de viver uma experiência transformadora. Há quem participe pela primeira vez, encarando o percurso como um compromisso consigo mesmo, e quem retorna em busca de reviver a jornada com um novo olhar. Também há histórias marcadas por propósito e emoção, que reforçam o caráter humano do evento e mostram que cada participante percorre o mesmo trajeto, mas com significados únicos.
A dimensão do evento também se reflete no impacto econômico gerado nas duas cidades e em toda a região. Com a presença de atletas e acompanhantes, a Rota movimenta a rede hoteleira, bares, restaurantes, transporte e comércio local, além de envolver fornecedores e produtores ao longo do percurso. O fluxo de visitantes, que permanecem por vários dias nas cidades, contribui para fortalecer o turismo e ampliar a circulação de recursos, consolidando o evento como um importante vetor de desenvolvimento regional.
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