A família de Wellington de Oliveira Pereira, de 34 anos, piloto do avião monomotor de pequeno porte que caiu e bateu em um prédio residencial, nesta segunda-feira, 4, em Belo Horizonte, deverá divulgar nesta terça-feira se o corpo será sepultado em Munhoz de Melo, na região de Maringá, ou em Vitória da Conquista, na Bahia, onde ele morava nos últimos anos.
Wellington, que nasceu em Colorado, também na região de Maringá, morava em Munhoz de Melo, onde ainda residem vários de seus familiares. O curso de piloto foi feito em Maringá há três anos.
A aeronave pilotada por Wellington saiu de Teófilo Otoni com destino a São Paulo, com uma parada em Belo Horizonte. O acidente aconteceu 3 minutos após a saída do aeroporto da Pampulha, em BH, e foi registrado pelo Globocop, helicóptero do Jornalismo da Globo Minas na Capital mineira.
Estavam no avião as seguintes pessoas
- Wellington Oliveira, piloto, de 34 anos. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu na hora;
- Fernando Souto Moreira, filho do prefeito da cidade de Jequitinhonha–MG, de 36 anos. Ele estava no banco do copiloto e também morreu no local;
- Leonardo Berganholi, empresário, de 50 anos, que morreu no hospital;
- Arthur Schaper Berganholi, filho de Leonardo, de 25 anos;
- Hemerson Cleiton Almeida Souto, de 53 anos.
A aeronave não tinha operação autorizada para táxi aéreo, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Ou seja, não pode ser usada para transporte comercial de passageiros ou cargas mediante pagamento, como fazem empresas de táxi aéreo. Modelo é conhecido como “sertanejo”.
A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foram acionados para apurar as causas do acidente.
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